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Música livre de amarras

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vinícius Castelli

15/10/2017 | 07:27


A inspiração que Angela Ro Ro precisa para realizar uma nova obra é sempre a mesma: a vida que há dentro e fora da cantora. Assim como isso não mudou, o charme tão peculiar de sua voz rouca permanece intacto. Isso bastou para que ela desse vida aos 11 temas que ilustram seu novo disco, Selvagem (Biscoito Fino, R$ 29,90, em média), primeiro após Feliz da Vida!, lançado em 2013 e que contou com faixas inéditas autorais e feitas em parceria com diversos outros artistas.

Enquanto prepara turnê no Brasil e possivelmente no Exterior – tudo depende muito da ajuda e apoio de patrocínio – para divulgar o novo disco, além de focar em projetos como escrever um livro e fazer um programa na TV, Angela arrumou tempo na agenda para falar sobre o disco com o Diário.

Livre de amarras e regras, a artista carioca reuniu agora um punhado de canções compostas recentemente ao lado de Ricardo Mac Cord, músico e parceiro de longa data, e outras que esperavam desde o último verão por uma oportunidade para serem ouvidas.

Angela conta que o trabalho com Mac Cord é quase sempre feito de forma informal, pelo telefone e até por e-mail. “Ele manda a música e eu completo com as letras e, de vez em quando, permite que eu interfira na melodia, se necessário”. Sete das 11 faixas do álbum Angela assina sozinha.

Gravado não no estúdio, mas na casa do parceiro, o trabalho nem precisou de muitos ensaios para ser registrado. Os artistas usaram criatividade e tecnologia a um produto feito de forma artesanal.

Fato é que Selvagem apresenta variedade de ritmos e mostra que Angela Ro Ro não está nem um pouco preocupada em se segurar a rótulos. “Desde meu primeiro disco tenho esse privilégio de atingir todos os gêneros musicais”, conta a artista. A música que dá nome ao disco, por exemplo, é um pop rock bem dançante. Selvagem passeia ainda pelo blues como em Meu Retiro, tem até pegada disco em Sai de Mim, conta com faixas românticas e tem até xaxado.

Maria da Penha, um samba dos bons, é canção que fala sobre a violência sofrida pelas mulheres. Ela trata ainda, entre seus temas, da proteção à natureza no rock Caminho do Bem. “Minha arte costuma ser espontânea e faço dela um correio e oferenda ao mesmo tempo”, conta. Angela tenta sempre usar sua composição para apresentar a realidade, nua e crua, a partir de sua visão das coisas.

Um dos destaques da obra é o xaxado Parte Com o Capeta. Segundo ela, a música descreve vários seres animais e características que formam as pessoas. “Falo de praticar o bem sem olhar a quem. É uma brincadeira brasileira com ritmo gostoso”, explica. Já o tema Selvagem, que tem uma das melhores letras do novo trabalho, fala sobre liberdade, libertação, coragem e amor próprio. 



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Música livre de amarras

Vinícius Castelli

15/10/2017 | 07:27


A inspiração que Angela Ro Ro precisa para realizar uma nova obra é sempre a mesma: a vida que há dentro e fora da cantora. Assim como isso não mudou, o charme tão peculiar de sua voz rouca permanece intacto. Isso bastou para que ela desse vida aos 11 temas que ilustram seu novo disco, Selvagem (Biscoito Fino, R$ 29,90, em média), primeiro após Feliz da Vida!, lançado em 2013 e que contou com faixas inéditas autorais e feitas em parceria com diversos outros artistas.

Enquanto prepara turnê no Brasil e possivelmente no Exterior – tudo depende muito da ajuda e apoio de patrocínio – para divulgar o novo disco, além de focar em projetos como escrever um livro e fazer um programa na TV, Angela arrumou tempo na agenda para falar sobre o disco com o Diário.

Livre de amarras e regras, a artista carioca reuniu agora um punhado de canções compostas recentemente ao lado de Ricardo Mac Cord, músico e parceiro de longa data, e outras que esperavam desde o último verão por uma oportunidade para serem ouvidas.

Angela conta que o trabalho com Mac Cord é quase sempre feito de forma informal, pelo telefone e até por e-mail. “Ele manda a música e eu completo com as letras e, de vez em quando, permite que eu interfira na melodia, se necessário”. Sete das 11 faixas do álbum Angela assina sozinha.

Gravado não no estúdio, mas na casa do parceiro, o trabalho nem precisou de muitos ensaios para ser registrado. Os artistas usaram criatividade e tecnologia a um produto feito de forma artesanal.

Fato é que Selvagem apresenta variedade de ritmos e mostra que Angela Ro Ro não está nem um pouco preocupada em se segurar a rótulos. “Desde meu primeiro disco tenho esse privilégio de atingir todos os gêneros musicais”, conta a artista. A música que dá nome ao disco, por exemplo, é um pop rock bem dançante. Selvagem passeia ainda pelo blues como em Meu Retiro, tem até pegada disco em Sai de Mim, conta com faixas românticas e tem até xaxado.

Maria da Penha, um samba dos bons, é canção que fala sobre a violência sofrida pelas mulheres. Ela trata ainda, entre seus temas, da proteção à natureza no rock Caminho do Bem. “Minha arte costuma ser espontânea e faço dela um correio e oferenda ao mesmo tempo”, conta. Angela tenta sempre usar sua composição para apresentar a realidade, nua e crua, a partir de sua visão das coisas.

Um dos destaques da obra é o xaxado Parte Com o Capeta. Segundo ela, a música descreve vários seres animais e características que formam as pessoas. “Falo de praticar o bem sem olhar a quem. É uma brincadeira brasileira com ritmo gostoso”, explica. Já o tema Selvagem, que tem uma das melhores letras do novo trabalho, fala sobre liberdade, libertação, coragem e amor próprio. 

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