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Unicamp demite perito que trabalhou no caso PC Farias


Do Diário OnLine

26/02/2001 | 15:50


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que fica no interior de São Paulo, demitiu o foneticista Ricardo Molina Figueiredo, coordenador do Laboratório de Fonética Forense da instituição.

Segundo a Assessorai deImprensa da universidade, a demissão foi devido a “irregularidades administrativas”.

Figueiredo atuou no caso da morte do empresário Paulo Cesar Farias, PC, e sua namorada, Suzana Marcolino, em 96.

Ele responde por processos há um ano e quatro meses, acusado de desvio de verba pública. Um relatório mostrou que o foneticista usou a verba para comprar bebida alcóolica, caviar e uma passagem aérea para Europa. Apesar disso, Figueiredo nega as acusações e diz que vai se defender na Justiça.

O perito foi contra o laudo do médico legista Badan Palhares, que, em 96, sustentou a tese de que Suzana teria assassinado PC e, em seguida, cometido suicídio. Em 99, Figueiredo contestou a afirmação, alegando que a estatura de Suzana não batia com a trajetória da bala.

Com isso, o caso foi reaberto pela Justiça, e no final o Departamento de Medicina Legal da Unicamp foi extinto em dezembro.



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Unicamp demite perito que trabalhou no caso PC Farias

Do Diário OnLine

26/02/2001 | 15:50


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que fica no interior de São Paulo, demitiu o foneticista Ricardo Molina Figueiredo, coordenador do Laboratório de Fonética Forense da instituição.

Segundo a Assessorai deImprensa da universidade, a demissão foi devido a “irregularidades administrativas”.

Figueiredo atuou no caso da morte do empresário Paulo Cesar Farias, PC, e sua namorada, Suzana Marcolino, em 96.

Ele responde por processos há um ano e quatro meses, acusado de desvio de verba pública. Um relatório mostrou que o foneticista usou a verba para comprar bebida alcóolica, caviar e uma passagem aérea para Europa. Apesar disso, Figueiredo nega as acusações e diz que vai se defender na Justiça.

O perito foi contra o laudo do médico legista Badan Palhares, que, em 96, sustentou a tese de que Suzana teria assassinado PC e, em seguida, cometido suicídio. Em 99, Figueiredo contestou a afirmação, alegando que a estatura de Suzana não batia com a trajetória da bala.

Com isso, o caso foi reaberto pela Justiça, e no final o Departamento de Medicina Legal da Unicamp foi extinto em dezembro.

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