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No comando de banca há 42 anos


Matheus Angioleto
Especial para o Diário

25/07/2017 | 07:00


 Desde 1975, a banca de jornal à beira da estação de trem de Rio Grande da Serra é comandada por José Abdon dos Santos, 60 anos, que se dedica desde os 18 à atividade. Nem mesmo as inúmeras mudanças promovidas por avanços tecnológicos abalaram o amor à profissão. Sujeito de poucas palavras, o jornaleiro acredita que a adequação é fator fundamental para continuar na função.

Adaptar-se à necessidade do cliente é fator que traduz o conhecimento sobre a falta de tempo dos consumidores. Santos coloca mercadorias mais importantes e chamativas logo em frente ao espaço para tentar garantir vendas. “Hoje tem de mexer com tudo para sobreviver, tem de expor para tentar vender alguma coisa, pois se deixar escondido fica mais difícil. Na banca, em geral, o jornal vende, mas revista está fraco. A internet atrapalhou, caiu no mínimo uns 50%. A gente se vira com uma coisa ou outra, vai vendendo uma balinha”, conta.

Insistente e otimista, o jornaleiro mantém geladeira com bebidas, além de comercializar cigarros e apostar na amizade com quem passa em direção ao transporte público. As inúmeras revistas e jornais compõem o espaço, que é comandado de segunda-feira a sábado, das 5h às 18h30, e aos domingos, das 5h às 13h30. “Vou continuar. Cheguei aqui e não vou parar mais, estamos na luta, vendendo ou não. Se estou aqui até hoje é porque gosto da minha função”, relata.

O profissional que torce para o Santos Futebol Clube acumula diversos pacotes de bala no pequeno estoque ao topo do espaço, algo que ele disse vender para “se virar”. “Tem que dançar conforme a música”, aponta.



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No comando de banca há 42 anos

Matheus Angioleto
Especial para o Diário

25/07/2017 | 07:00


 Desde 1975, a banca de jornal à beira da estação de trem de Rio Grande da Serra é comandada por José Abdon dos Santos, 60 anos, que se dedica desde os 18 à atividade. Nem mesmo as inúmeras mudanças promovidas por avanços tecnológicos abalaram o amor à profissão. Sujeito de poucas palavras, o jornaleiro acredita que a adequação é fator fundamental para continuar na função.

Adaptar-se à necessidade do cliente é fator que traduz o conhecimento sobre a falta de tempo dos consumidores. Santos coloca mercadorias mais importantes e chamativas logo em frente ao espaço para tentar garantir vendas. “Hoje tem de mexer com tudo para sobreviver, tem de expor para tentar vender alguma coisa, pois se deixar escondido fica mais difícil. Na banca, em geral, o jornal vende, mas revista está fraco. A internet atrapalhou, caiu no mínimo uns 50%. A gente se vira com uma coisa ou outra, vai vendendo uma balinha”, conta.

Insistente e otimista, o jornaleiro mantém geladeira com bebidas, além de comercializar cigarros e apostar na amizade com quem passa em direção ao transporte público. As inúmeras revistas e jornais compõem o espaço, que é comandado de segunda-feira a sábado, das 5h às 18h30, e aos domingos, das 5h às 13h30. “Vou continuar. Cheguei aqui e não vou parar mais, estamos na luta, vendendo ou não. Se estou aqui até hoje é porque gosto da minha função”, relata.

O profissional que torce para o Santos Futebol Clube acumula diversos pacotes de bala no pequeno estoque ao topo do espaço, algo que ele disse vender para “se virar”. “Tem que dançar conforme a música”, aponta.

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