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Cidade do rock nas telas

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

13/09/2011 | 07:03


A história musical e roqueira de Santo André é uma das marcas do Grande ABC. Esse legado cultural foi passado entre gerações por meio de relatos e lembranças de outras épocas. O documentário 'A Cidade do Rock' serve como registro e homenagem aos anos de rock do município. Aproveitando as atividades do 3º Festival da Cultura Industrial que se iniciam, o filme estreia hoje, às 19h, no Auditório Heleni Guariba (Praça 4º Centenário), no Teatro Municipal de Santo André. A entrada é franca e limitada, uma vez que somente 150 lugares serão disponibilizados para a sessão.

"Não quis fazer um documentário que falasse apenas de bandas, mas sim sobre a história de todo esse movimento na cidade. Fiz o projeto não para dizer onde é o berço do rock ou querer trazer para cá esse tipo de título, mas sim para fomentar que aqui acontece o rock", explica o diretor Renne Santos, que assina seu primeiro documentário. "Na verdade, esse é apenas um primeiro passo. Para se contar toda a história do rock por aqui seriam necessários mais 1.000 filmes como esse."

A ideia principal do título é registrar em vídeo essa história e apresentá-la para o maior número de pessoas possível - não à toa, todos os que comparecerem a exibição desta noite receberão um DVD com o filme. Participações em festivais e eventos cinematográficos da região estão em pauta.

Depoimentos de donos de bares, pontos de encontro lendários, músicos locais e headbangers conhecidos fazem parte do projeto, viabilizado após três anos por meio do apoio do Fundo de Cultura de Santo André. As conversas, que levaram cerca de um ano e meio para serem registradas, relembram essa trajetória ao acompanhar as mudanças ocorrida no cenário, nas décadas e nos principais festivais ocorridos na região.

Com cerca de uma hora de duração, o documentário se divide em partes destinadas a falar sobre como e porque o rock começou no Grande ABC, cita bandas significativas de diferentes gerações, casos de Nitrominds, Seventh Seal e Montanha, relembra entusiastas, como Marcos Spitzer (mais conhecido como Dr. Rock), e homenageia a lendária loja Metal Discos, um dos principais centros roqueiros locais e que funciona há mais de 25 anos. "Fiz questão de misturar um pessoal antigo com a galera nova para dizer que ainda existe esse movimento e que a cena continua forte", diz Santos.

Morador do Parque Novo Oratório, o diretor analisa que o número de bandas aumentou e que é possível encontrar um bar voltado ao gênero musical em cada bairro do município. Ele recorda que durante as filmagens acreditou que iria encontrar grandes defensores da cidade, mas acabou por se surpreender.

"Enquanto uns afirmam que Santo André é a cidade do rock, outros comentaram que a cidade está caída. Essa divergência de opiniões entre os depoimentos foi o mais interessante em descobrir."

Apesar das dificuldades de se trabalhar em projetos audiovisuais, Santos deseja gravar uma segunda parte para 'A Cidade do Rock' e elaborar documentários de tributo sobre bandas do Grande ABC. É a história musical deixando as lembranças para ganhar sobrevida nas telas.



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Cidade do rock nas telas

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

13/09/2011 | 07:03


A história musical e roqueira de Santo André é uma das marcas do Grande ABC. Esse legado cultural foi passado entre gerações por meio de relatos e lembranças de outras épocas. O documentário 'A Cidade do Rock' serve como registro e homenagem aos anos de rock do município. Aproveitando as atividades do 3º Festival da Cultura Industrial que se iniciam, o filme estreia hoje, às 19h, no Auditório Heleni Guariba (Praça 4º Centenário), no Teatro Municipal de Santo André. A entrada é franca e limitada, uma vez que somente 150 lugares serão disponibilizados para a sessão.

"Não quis fazer um documentário que falasse apenas de bandas, mas sim sobre a história de todo esse movimento na cidade. Fiz o projeto não para dizer onde é o berço do rock ou querer trazer para cá esse tipo de título, mas sim para fomentar que aqui acontece o rock", explica o diretor Renne Santos, que assina seu primeiro documentário. "Na verdade, esse é apenas um primeiro passo. Para se contar toda a história do rock por aqui seriam necessários mais 1.000 filmes como esse."

A ideia principal do título é registrar em vídeo essa história e apresentá-la para o maior número de pessoas possível - não à toa, todos os que comparecerem a exibição desta noite receberão um DVD com o filme. Participações em festivais e eventos cinematográficos da região estão em pauta.

Depoimentos de donos de bares, pontos de encontro lendários, músicos locais e headbangers conhecidos fazem parte do projeto, viabilizado após três anos por meio do apoio do Fundo de Cultura de Santo André. As conversas, que levaram cerca de um ano e meio para serem registradas, relembram essa trajetória ao acompanhar as mudanças ocorrida no cenário, nas décadas e nos principais festivais ocorridos na região.

Com cerca de uma hora de duração, o documentário se divide em partes destinadas a falar sobre como e porque o rock começou no Grande ABC, cita bandas significativas de diferentes gerações, casos de Nitrominds, Seventh Seal e Montanha, relembra entusiastas, como Marcos Spitzer (mais conhecido como Dr. Rock), e homenageia a lendária loja Metal Discos, um dos principais centros roqueiros locais e que funciona há mais de 25 anos. "Fiz questão de misturar um pessoal antigo com a galera nova para dizer que ainda existe esse movimento e que a cena continua forte", diz Santos.

Morador do Parque Novo Oratório, o diretor analisa que o número de bandas aumentou e que é possível encontrar um bar voltado ao gênero musical em cada bairro do município. Ele recorda que durante as filmagens acreditou que iria encontrar grandes defensores da cidade, mas acabou por se surpreender.

"Enquanto uns afirmam que Santo André é a cidade do rock, outros comentaram que a cidade está caída. Essa divergência de opiniões entre os depoimentos foi o mais interessante em descobrir."

Apesar das dificuldades de se trabalhar em projetos audiovisuais, Santos deseja gravar uma segunda parte para 'A Cidade do Rock' e elaborar documentários de tributo sobre bandas do Grande ABC. É a história musical deixando as lembranças para ganhar sobrevida nas telas.

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