Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 12 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Falta de dados exigidos ao Paço dificulta vistorias em escolas

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Comissão visita colégios, mas, sem documentos, não consegue precisar intervenções nos locais


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

27/05/2017 | 07:00


Ausência de informações exigidas ao governo do prefeito Lauro Michels (PV) dificultou as vitorias feitas ontem pela CPI que investiga contratos do Paço, feitos sem licitação, com a construtora Mendonça e Silva, empresa sediada nos fundos de cortiço na cidade.

O presidente da comissão, Companheiro Sérgio Ramos da Silva (PPS), e o relator, Josa Queiroz (PT), visitaram ontem duas escolas que constam como beneficiárias de reformas supostamente feitas pela empresa, mas sem os dados, segundo os parlamentares, não foi possível identificar precisamente se os serviços contratados – e pagos – foram, de fato, executados. “Com esses documentos em mãos a gente consegue aferir efetivamente o que foi executado”, alegou Josa.

Foram vistoriadas as Emebs Santo Dias, no Jardim Canhema, e Devanir José de Carvalho, no Jardim Santa Elizabeth. A maioria dos contratos com a Mendonça e Silva refere-se a reparo de telhados nas unidades, caso do colégio Santo Dias. Os contratos, celebrados por meio de carta-convite, também preveem reformas em geral, como no Devanir. Na primeira unidade, os parlamentares identificaram “intervenções” no colégio, mas não souberam confirmar o que foi realizado especificamente, tendo em vista que as coberturas teriam sofrido reparos há algum tempo, não aparentando, portanto, ser material novo. O contrato que envolve o colégio Santo Dias, porém, é datado de apenas um ano atrás.

Situação contrária foi observada na escola Devanir, que, por ter sido atingida por incêndio em 2016, ainda são nítidas as intervenções. A diretora do colégio afirmou aos parlamentares que Rosalvo Santos França, sogro do dono formal da Mendonça, Orisvaldo José da Silva, era presença constante na escola durante as intervenções.

Acompanharam as vitorias servidores da Secretaria de Obras (Heitor Piccinini Filho e Ricardo Shigueru) e da Educação (Elaine Mello). 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Falta de dados exigidos ao Paço dificulta vistorias em escolas

Comissão visita colégios, mas, sem documentos, não consegue precisar intervenções nos locais

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

27/05/2017 | 07:00


Ausência de informações exigidas ao governo do prefeito Lauro Michels (PV) dificultou as vitorias feitas ontem pela CPI que investiga contratos do Paço, feitos sem licitação, com a construtora Mendonça e Silva, empresa sediada nos fundos de cortiço na cidade.

O presidente da comissão, Companheiro Sérgio Ramos da Silva (PPS), e o relator, Josa Queiroz (PT), visitaram ontem duas escolas que constam como beneficiárias de reformas supostamente feitas pela empresa, mas sem os dados, segundo os parlamentares, não foi possível identificar precisamente se os serviços contratados – e pagos – foram, de fato, executados. “Com esses documentos em mãos a gente consegue aferir efetivamente o que foi executado”, alegou Josa.

Foram vistoriadas as Emebs Santo Dias, no Jardim Canhema, e Devanir José de Carvalho, no Jardim Santa Elizabeth. A maioria dos contratos com a Mendonça e Silva refere-se a reparo de telhados nas unidades, caso do colégio Santo Dias. Os contratos, celebrados por meio de carta-convite, também preveem reformas em geral, como no Devanir. Na primeira unidade, os parlamentares identificaram “intervenções” no colégio, mas não souberam confirmar o que foi realizado especificamente, tendo em vista que as coberturas teriam sofrido reparos há algum tempo, não aparentando, portanto, ser material novo. O contrato que envolve o colégio Santo Dias, porém, é datado de apenas um ano atrás.

Situação contrária foi observada na escola Devanir, que, por ter sido atingida por incêndio em 2016, ainda são nítidas as intervenções. A diretora do colégio afirmou aos parlamentares que Rosalvo Santos França, sogro do dono formal da Mendonça, Orisvaldo José da Silva, era presença constante na escola durante as intervenções.

Acompanharam as vitorias servidores da Secretaria de Obras (Heitor Piccinini Filho e Ricardo Shigueru) e da Educação (Elaine Mello). 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;