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Suspeito preso em MG não participou da morte de prefeito


Do Diário OnLine

29/09/2001 | 14:39


O assaltante Flávio Aparecido Garbin não teve participação direta do assassinato do ex-prefeito de Campinas Antônio da Costa Santos, de acordo com o delegado Osmar Porcelli. Porém, Garbin poderá ajudar a identificar os ocupantes do Vectra prata, abandonado próximo ao local do crime, que aconteceu no dia 10 deste mês.

Flávio foi preso na última terça-feira, em Uberlândia, e a polícia acredita que ele tenha alguma relação com o carro com placa de Uberlância encontrado próximo ao local do crime, em Campinas. O carro na cidade do Triângulo Mineiro, em abril, e foi usado pela quadrilha do assaltante antes de aparecer em Campinas.

As impressões digitais encontradas no carro não coincidiram com as encontradas no Vectra, segundo Porcelli. Porém, o delegado César Augusto Monteiro Alves Júnior, de Uberlândia, onde Garbin foi preso, afirmou que as impressões bateram.

Garbin foi preso depois de ser pego em flagrante pela polícia durante uma série de roubos a estabelecimentos e casas de Uberlândia. Outros quatro assaltante também participavam da ação, um eles morreu no confronto com a polícia.

O suspeito de matar Toninho do PT foi trazido a Campinas por uma equipe de policiais da cidade. Garbin prestou depoimento no Centro de Detenção Provisória, em Hortolândia (SP), onde permaneceu detido porque tem um mandado de prisão preventiva decretado contra ele.



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Suspeito preso em MG não participou da morte de prefeito

Do Diário OnLine

29/09/2001 | 14:39


O assaltante Flávio Aparecido Garbin não teve participação direta do assassinato do ex-prefeito de Campinas Antônio da Costa Santos, de acordo com o delegado Osmar Porcelli. Porém, Garbin poderá ajudar a identificar os ocupantes do Vectra prata, abandonado próximo ao local do crime, que aconteceu no dia 10 deste mês.

Flávio foi preso na última terça-feira, em Uberlândia, e a polícia acredita que ele tenha alguma relação com o carro com placa de Uberlância encontrado próximo ao local do crime, em Campinas. O carro na cidade do Triângulo Mineiro, em abril, e foi usado pela quadrilha do assaltante antes de aparecer em Campinas.

As impressões digitais encontradas no carro não coincidiram com as encontradas no Vectra, segundo Porcelli. Porém, o delegado César Augusto Monteiro Alves Júnior, de Uberlândia, onde Garbin foi preso, afirmou que as impressões bateram.

Garbin foi preso depois de ser pego em flagrante pela polícia durante uma série de roubos a estabelecimentos e casas de Uberlândia. Outros quatro assaltante também participavam da ação, um eles morreu no confronto com a polícia.

O suspeito de matar Toninho do PT foi trazido a Campinas por uma equipe de policiais da cidade. Garbin prestou depoimento no Centro de Detenção Provisória, em Hortolândia (SP), onde permaneceu detido porque tem um mandado de prisão preventiva decretado contra ele.

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