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SOS Mata Atlântica elogia preservação em Ribeirão Pires


Illenia Negrin
Do Diário do Grande ABC

27/05/2004 | 22:14


Apesar de não estar entre as cem cidades que mais possuem vegetação remanescente de Mata Atlântica, Ribeirão Pires é destaque na região quando se trata de implementar políticas públicas de preservação da floresta. A informação é do diretor de Relações Institucionais da Fundação SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani. Nesta quarta, ele havia dito que o município de Rio Grande da Serra tinha um trabalho eficiente de proteção, mas nesta quinta corrigiu a informação e reconheceu o que chamou de “equívoco”. “Acabei confundindo as duas cidades. O trabalho que conheço de perto e sei da eficiência é o de Ribeirão”.

A fundação realizou em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) estudos em quase 3 mil cidades e identificou as áreas que ainda são cobertas pela floresta. Os dados constam do Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, divulgado nesta quarta em Brasília.

Das sete cidades da região, só Rio Grande da Serra aparece no ranking, na posição de número 34, com 77% do território com mata remanescente. Ribeirão Pires aparece em 109 na lista, com 60% da floresta. De acordo com o geólogo Marcos Bandini, chefe de gabinete da Prefeitura de Ribeirão, o IPTU Ecológico e as ações de recuperação de áreas verdes confirmam a afirmação de Mantovani.

“Deixamos de arrecadar R$ 1,8 milhão em impostos, dando isenção a donos de propriedades preservadas. Isso representa 20% de nossa arrecadação total de IPTU. E já recuperamos 200 mil hectares de Mata Atlântica, que são os dois parques e o viveiro municipal”, disse Bandini.



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SOS Mata Atlântica elogia preservação em Ribeirão Pires

Illenia Negrin
Do Diário do Grande ABC

27/05/2004 | 22:14


Apesar de não estar entre as cem cidades que mais possuem vegetação remanescente de Mata Atlântica, Ribeirão Pires é destaque na região quando se trata de implementar políticas públicas de preservação da floresta. A informação é do diretor de Relações Institucionais da Fundação SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani. Nesta quarta, ele havia dito que o município de Rio Grande da Serra tinha um trabalho eficiente de proteção, mas nesta quinta corrigiu a informação e reconheceu o que chamou de “equívoco”. “Acabei confundindo as duas cidades. O trabalho que conheço de perto e sei da eficiência é o de Ribeirão”.

A fundação realizou em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) estudos em quase 3 mil cidades e identificou as áreas que ainda são cobertas pela floresta. Os dados constam do Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, divulgado nesta quarta em Brasília.

Das sete cidades da região, só Rio Grande da Serra aparece no ranking, na posição de número 34, com 77% do território com mata remanescente. Ribeirão Pires aparece em 109 na lista, com 60% da floresta. De acordo com o geólogo Marcos Bandini, chefe de gabinete da Prefeitura de Ribeirão, o IPTU Ecológico e as ações de recuperação de áreas verdes confirmam a afirmação de Mantovani.

“Deixamos de arrecadar R$ 1,8 milhão em impostos, dando isenção a donos de propriedades preservadas. Isso representa 20% de nossa arrecadação total de IPTU. E já recuperamos 200 mil hectares de Mata Atlântica, que são os dois parques e o viveiro municipal”, disse Bandini.

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