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Infiltração incomoda famílias de travessa no Tamarutaca


Verônica Fraidenraich
Do Diário do Grande ABC

14/02/2006 | 07:38


Há cerca de um mês, moradores da travessa Guamirim, no núcleo Tamarutaca, em Santo André, tentam descobrir de onde vem uma água suja que inunda salas, quartos e cozinhas das moradias. Na residência da dona-de-casa Sandra Kaline Nascimento Lima, 21 anos, a água que não pára de vazar na lavanderia e na cozinha apresenta mau cheiro. “Aparece muito pernilongo, principalmente à noite”.

Sandra diz que cansou de ligar para a autarquia Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental) e até para a Ouvidoria da cidade. “Depois que liguei para a Ouvidoria, eles vieram rápido, mas apenas dizem que vão fazer análise”. Para amenizar o problema, Sandra e o marido, o metalúrgico Ricardo da Silva, 25 anos, fizeram um caminho com sacos de plástico cheios de areia para direcionar a água direto ao banheiro.

“Também já quebrei a parede para ver de onde vem a água, mas não tem cano, vem do tijolo”, conta Ricardo. De acordo com o casal, os funcionários da autarquia estão deduzindo que a água vem de uma mina, mas Sandra e Ricardo questionam a versão por conta do mau cheiro do vazamento.

Na casa de Valquíria Benedito de Jesus, 26 anos, a situação é ainda pior. A água está presente em todos os cômodos e atrai ratos. Segundo ela, os funcionários do Semasa, ao visitar as casas atingidas, disseram piadinhas de mau gosto. “Perguntei se dariam remédios se meu filho adoecesse e disseram que remédio não, mas o caixão sim”.

O Semasa informa que recebeu a reclamação no dia 25 de janeiro e, desde então, vem realizando testes para detectar a origem da infiltração e solucionar o problema. Das quatro casas que passaram pelo teste, apenas uma teria apresentado o problema. A autarquia informa ainda que pretende solucionar o problema assim que finalizar a investigação do vazamento na região.



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Infiltração incomoda famílias de travessa no Tamarutaca

Verônica Fraidenraich
Do Diário do Grande ABC

14/02/2006 | 07:38


Há cerca de um mês, moradores da travessa Guamirim, no núcleo Tamarutaca, em Santo André, tentam descobrir de onde vem uma água suja que inunda salas, quartos e cozinhas das moradias. Na residência da dona-de-casa Sandra Kaline Nascimento Lima, 21 anos, a água que não pára de vazar na lavanderia e na cozinha apresenta mau cheiro. “Aparece muito pernilongo, principalmente à noite”.

Sandra diz que cansou de ligar para a autarquia Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental) e até para a Ouvidoria da cidade. “Depois que liguei para a Ouvidoria, eles vieram rápido, mas apenas dizem que vão fazer análise”. Para amenizar o problema, Sandra e o marido, o metalúrgico Ricardo da Silva, 25 anos, fizeram um caminho com sacos de plástico cheios de areia para direcionar a água direto ao banheiro.

“Também já quebrei a parede para ver de onde vem a água, mas não tem cano, vem do tijolo”, conta Ricardo. De acordo com o casal, os funcionários da autarquia estão deduzindo que a água vem de uma mina, mas Sandra e Ricardo questionam a versão por conta do mau cheiro do vazamento.

Na casa de Valquíria Benedito de Jesus, 26 anos, a situação é ainda pior. A água está presente em todos os cômodos e atrai ratos. Segundo ela, os funcionários do Semasa, ao visitar as casas atingidas, disseram piadinhas de mau gosto. “Perguntei se dariam remédios se meu filho adoecesse e disseram que remédio não, mas o caixão sim”.

O Semasa informa que recebeu a reclamação no dia 25 de janeiro e, desde então, vem realizando testes para detectar a origem da infiltração e solucionar o problema. Das quatro casas que passaram pelo teste, apenas uma teria apresentado o problema. A autarquia informa ainda que pretende solucionar o problema assim que finalizar a investigação do vazamento na região.

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