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Presidente do PSDB diz que oposição será 'dura e enérgica'


Do Diário OnLine
Com Agência Senado

30/10/2006 | 18:36


O presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati, declarou nesta segunda-feira que a postura do partido em relação ao governo federal não será alterada durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Faremos a mesma oposição que fizemos durante o primeiro mandato de Lula: dura e enérgica”, disse o senador, acrescentando que os tucanos não deixarão de "discutir e votar os pontos fundamentais para o país".

Jereissati negou qualquer possibilidade de que integrantes de seu partido aceitem cargos no governo federal. Ele ressaltou que, assim como esta eleição colocou Lula na Presidência da República, também colocou o PSDB na oposição. “Vamos ser aquilo a que os eleitores nos destinaram”, assinalou o senador, destacando que o PSDB "respeita a decisão do povo brasileiro".

O tucano ressaltou que a “eleição não significa anistia para crimes”, referindo-se às investigações sobre a tentativa de compra de um dossiê que incriminaria candidatos do PSDB.

Razões da derrota - Ao responder sobre as razões da derrota de Geraldo Alckmin na disputa pela presidência da República, Jereisssati argumentou que, neste momento (um dia após a realização do segundo turno), ainda é difícil analisar os motivos desse resultado.

Ele destacou, porém, que o candidato de seu partido pode ter sido prejudicado “pela boataria” de que iria privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e Banco do Nordeste, e de que iria acabar com o programa Bolsa-Família e a Zona Franca de Manaus. “Não tivemos agilidade para desmentir esses boatos em tempo hábil”, disse o presidente do PSDB.

Comentando a vitória de Cid Gomes (PSB) na disputa pelo governo do Ceará, Jereissati afirmou que, “após 20 anos no poder, um partido (no caso, o PSDB cearense) se acomoda e relaxa, e então precisa passar por um processo de repurificação". Ao ser questionado sobre a instituição da reeleição, Jereissati declarou que não podia falar em nome do PSDB, mas que, em sua opinião, "a reeleição não deu certo no Brasil".


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Presidente do PSDB diz que oposição será 'dura e enérgica'

Do Diário OnLine
Com Agência Senado

30/10/2006 | 18:36


O presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati, declarou nesta segunda-feira que a postura do partido em relação ao governo federal não será alterada durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Faremos a mesma oposição que fizemos durante o primeiro mandato de Lula: dura e enérgica”, disse o senador, acrescentando que os tucanos não deixarão de "discutir e votar os pontos fundamentais para o país".

Jereissati negou qualquer possibilidade de que integrantes de seu partido aceitem cargos no governo federal. Ele ressaltou que, assim como esta eleição colocou Lula na Presidência da República, também colocou o PSDB na oposição. “Vamos ser aquilo a que os eleitores nos destinaram”, assinalou o senador, destacando que o PSDB "respeita a decisão do povo brasileiro".

O tucano ressaltou que a “eleição não significa anistia para crimes”, referindo-se às investigações sobre a tentativa de compra de um dossiê que incriminaria candidatos do PSDB.

Razões da derrota - Ao responder sobre as razões da derrota de Geraldo Alckmin na disputa pela presidência da República, Jereisssati argumentou que, neste momento (um dia após a realização do segundo turno), ainda é difícil analisar os motivos desse resultado.

Ele destacou, porém, que o candidato de seu partido pode ter sido prejudicado “pela boataria” de que iria privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e Banco do Nordeste, e de que iria acabar com o programa Bolsa-Família e a Zona Franca de Manaus. “Não tivemos agilidade para desmentir esses boatos em tempo hábil”, disse o presidente do PSDB.

Comentando a vitória de Cid Gomes (PSB) na disputa pelo governo do Ceará, Jereissati afirmou que, “após 20 anos no poder, um partido (no caso, o PSDB cearense) se acomoda e relaxa, e então precisa passar por um processo de repurificação". Ao ser questionado sobre a instituição da reeleição, Jereissati declarou que não podia falar em nome do PSDB, mas que, em sua opinião, "a reeleição não deu certo no Brasil".

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