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MP indica intervenção para nova eleição no Sindserv, mas desacordo entre as chapas embola disputa

Celso Luiz 8/3/13 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Concorrente à reeleição, Giovani Chagas
rejeitou solicitações do órgão


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

27/05/2016 | 07:00


O desfecho da eleição interna do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo está cada vez mais atrelado à Justiça. As chapas que disputam o comando da entidade deixaram reunião com integrantes do MP (Ministério Público) na semana passada novamente em desacordo sobre os termos para realização do novo pleito, ainda sem prazo estabelecido.

Na concorrência estão Giovani Chagas (PT), atual presidente e que concorre à reeleição na chapa 1, com apoio da CUT (Central Única dos Trabalhadores), e Marcelo Gonçalves Siqueira, da oposição e que lidera o grupo 2, funcionário público ligado à Secretaria de Educação. Em setembro, após páreo apertado, o bloco oposicionista venceu a concorrência. Contudo, Chagas questionou o resultado e pediu cancelamento ao alegar irregularidades na lista de votação. Dois meses depois, processo voltou a ser realizado e com vitória da situação. A oposição contestou condução após desaparecimento de uma das urnas. Mesmo com impasses, Chagas autorizou a posse da chapa 1 para a coordenação dos trabalhos do Sindserv.

Diante do imbróglio, o MP elaborou pauta com novo regulamento e critérios para execução do pleito. Um dos principais pontos foi a inserção de urnas eletrônicas.

“O ponto de discórdia foi que o MP e a oposição não querem aceitar o fato de abrirmos a possibilidade da inscrição de outras concorrências. E isso precisa ser feito, porque todo esse acordo (regras) somente corresponde às chapas 1 e 2”, disse Chagas.

Oposicionista, Siqueira reclamou duramente do bloco de situação, considerando que a nova contestação se trata de manobra. “O que o Chagas fez foi um jeito de conseguir interferir de alguma forma, temendo nova derrota. O MP discordou desde o primeiro processo e, por isso, eles passaram a tratar as coisas desta maneira”, criticou o adversário.

As chapas concorrentes esperam nas próximas semanas por manifestação da Promotoria. Chagas alfinetou o órgão em São Bernardo ao alegar “parcialidade” no caso, enquanto Siqueira garantiu ter confiança em novo processo interno, garantindo legitimidade na vitória de seu bloco, ocorrido no pleito de setembro. 



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MP indica intervenção para nova eleição no Sindserv, mas desacordo entre as chapas embola disputa

Concorrente à reeleição, Giovani Chagas
rejeitou solicitações do órgão

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

27/05/2016 | 07:00


O desfecho da eleição interna do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo está cada vez mais atrelado à Justiça. As chapas que disputam o comando da entidade deixaram reunião com integrantes do MP (Ministério Público) na semana passada novamente em desacordo sobre os termos para realização do novo pleito, ainda sem prazo estabelecido.

Na concorrência estão Giovani Chagas (PT), atual presidente e que concorre à reeleição na chapa 1, com apoio da CUT (Central Única dos Trabalhadores), e Marcelo Gonçalves Siqueira, da oposição e que lidera o grupo 2, funcionário público ligado à Secretaria de Educação. Em setembro, após páreo apertado, o bloco oposicionista venceu a concorrência. Contudo, Chagas questionou o resultado e pediu cancelamento ao alegar irregularidades na lista de votação. Dois meses depois, processo voltou a ser realizado e com vitória da situação. A oposição contestou condução após desaparecimento de uma das urnas. Mesmo com impasses, Chagas autorizou a posse da chapa 1 para a coordenação dos trabalhos do Sindserv.

Diante do imbróglio, o MP elaborou pauta com novo regulamento e critérios para execução do pleito. Um dos principais pontos foi a inserção de urnas eletrônicas.

“O ponto de discórdia foi que o MP e a oposição não querem aceitar o fato de abrirmos a possibilidade da inscrição de outras concorrências. E isso precisa ser feito, porque todo esse acordo (regras) somente corresponde às chapas 1 e 2”, disse Chagas.

Oposicionista, Siqueira reclamou duramente do bloco de situação, considerando que a nova contestação se trata de manobra. “O que o Chagas fez foi um jeito de conseguir interferir de alguma forma, temendo nova derrota. O MP discordou desde o primeiro processo e, por isso, eles passaram a tratar as coisas desta maneira”, criticou o adversário.

As chapas concorrentes esperam nas próximas semanas por manifestação da Promotoria. Chagas alfinetou o órgão em São Bernardo ao alegar “parcialidade” no caso, enquanto Siqueira garantiu ter confiança em novo processo interno, garantindo legitimidade na vitória de seu bloco, ocorrido no pleito de setembro. 

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