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Tribunal de Justiça decide que Gil Rugai irá a júri popular


Do Diário OnLine

09/05/2006 | 15:30


O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu nesta terça-feira que Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta em 2004, será levado a júri popular. A defesa entrou com uma ação para evitar que isso  acontecesse, mas o TJ negou o recurso.

O ex-seminarista deixou o Cadeião de Pinheiros, local onde estava preso desde a época do crime, no dia 19 de abril, por meio de um habeas corpus do STF (Superior Tribunal Federal).

A Justiça resolveu soltá-lo por acreditar que houve abusos na sua prisão. Agora, Rugai, que estava preso desde a época do crime, vai aguardar em liberdade o julgamento, que ainda não tem data marcada.

A morte de Luiz Carlos Rugai e Alessandra Troitino teria sido motivada por uma concorrência entre a empresa de publicidade do pai e do filho. A arma do crime foi encontrada na tubulação da empresa do ex-seminarista. Ele afirma que ela foi colocada no local por alguém que tinha interesse em incriminá-lo.   



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Tribunal de Justiça decide que Gil Rugai irá a júri popular

Do Diário OnLine

09/05/2006 | 15:30


O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu nesta terça-feira que Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta em 2004, será levado a júri popular. A defesa entrou com uma ação para evitar que isso  acontecesse, mas o TJ negou o recurso.

O ex-seminarista deixou o Cadeião de Pinheiros, local onde estava preso desde a época do crime, no dia 19 de abril, por meio de um habeas corpus do STF (Superior Tribunal Federal).

A Justiça resolveu soltá-lo por acreditar que houve abusos na sua prisão. Agora, Rugai, que estava preso desde a época do crime, vai aguardar em liberdade o julgamento, que ainda não tem data marcada.

A morte de Luiz Carlos Rugai e Alessandra Troitino teria sido motivada por uma concorrência entre a empresa de publicidade do pai e do filho. A arma do crime foi encontrada na tubulação da empresa do ex-seminarista. Ele afirma que ela foi colocada no local por alguém que tinha interesse em incriminá-lo.   

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