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Febem volta a ser discutida na Câmara


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

14/06/2006 | 08:00


A Febem (Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor) voltou a ser o foco das atenções do Legislativo andreense na sessão desta terça, realizada pela manhã por conta da estréia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Na avaliação dos parlamentares, falta vontade tanto do governador Cláudio Lembo (PFL) quanto do prefeito João Avamileno (PT) em resolver a questão.

O presidente da Casa, Luiz Zacarias (PL), se diz incomodado com a situação. “As coisas não podem continuar como estão. Não podemos ficar no meio deste jogo político”, critica.

O tucano Aírton Bíscaro afirma se considerar impotente diante do problema. “Estamos com dificuldades em intermediar a conversa entre governador e prefeito porque a administração está nas mãos do PFL e não mais do PSDB.” Ele culpa também o governo municipal. “O prefeito tem mais força do que os vereadores. Ele tem de marcar uma audiência”, pede o vereador.

Para a petista Heleni de Paiva é o governador quem não quer receber a comunidade andreense. “O prefeito de Mauá (Leonel Damo-PV), por exemplo, está há menos de um ano no mandato e já conseguiu conversar com o governador por três oportunidades”, reclama.

Adiamento – O governo de Santo André não conseguiu na sessão desta terça a aprovação do projeto que altera o mandato dos conselheiros escolares do município. A matéria, única incluída na pauta da Ordem do Dia da semana, foi adiada por falta de votos favoráveis. “É a mesma coisa que for aprovada uma legislação reduzindo o nosso mandato de vereador. Só votarei caso haja manifestação dos conselheiros concordando com a medida. Mesmo porque, corremos o risco de sofrer uma ação judicial por votar algo inconstitucional”, diz Paulinho Serra (PSDB).

Prazo – Foi aprovada nesta terça a prorrogação por mais 45 dias do prazo que a CPI da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André) terá para concluir a investigação sobre possíveis irregularidades no processo licitatório para transporte de merenda.



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Febem volta a ser discutida na Câmara

Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

14/06/2006 | 08:00


A Febem (Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor) voltou a ser o foco das atenções do Legislativo andreense na sessão desta terça, realizada pela manhã por conta da estréia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Na avaliação dos parlamentares, falta vontade tanto do governador Cláudio Lembo (PFL) quanto do prefeito João Avamileno (PT) em resolver a questão.

O presidente da Casa, Luiz Zacarias (PL), se diz incomodado com a situação. “As coisas não podem continuar como estão. Não podemos ficar no meio deste jogo político”, critica.

O tucano Aírton Bíscaro afirma se considerar impotente diante do problema. “Estamos com dificuldades em intermediar a conversa entre governador e prefeito porque a administração está nas mãos do PFL e não mais do PSDB.” Ele culpa também o governo municipal. “O prefeito tem mais força do que os vereadores. Ele tem de marcar uma audiência”, pede o vereador.

Para a petista Heleni de Paiva é o governador quem não quer receber a comunidade andreense. “O prefeito de Mauá (Leonel Damo-PV), por exemplo, está há menos de um ano no mandato e já conseguiu conversar com o governador por três oportunidades”, reclama.

Adiamento – O governo de Santo André não conseguiu na sessão desta terça a aprovação do projeto que altera o mandato dos conselheiros escolares do município. A matéria, única incluída na pauta da Ordem do Dia da semana, foi adiada por falta de votos favoráveis. “É a mesma coisa que for aprovada uma legislação reduzindo o nosso mandato de vereador. Só votarei caso haja manifestação dos conselheiros concordando com a medida. Mesmo porque, corremos o risco de sofrer uma ação judicial por votar algo inconstitucional”, diz Paulinho Serra (PSDB).

Prazo – Foi aprovada nesta terça a prorrogação por mais 45 dias do prazo que a CPI da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André) terá para concluir a investigação sobre possíveis irregularidades no processo licitatório para transporte de merenda.

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