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OCDE define novo guia de conduta empresarial


Do Diário do Grande ABC

27/06/2000 | 10:19


Os ministros dos países membros da OCDE conseguiram convencer o México esta terça-feira a retirar sua oposiçao a um guia de conduta para as empresas multinacionais, com cláusulas sociais e ecológicas, o que deixou a porta aberta para sua aprovaçao.

O México era o único país dos 29 membros da Organizaçao de Cooperaçao e Desenvolvimento Econômico (OCDE) a se opor publicamente ao texto, uma revisao de um tratado da organizaçao, que data de meados dos anos 70 e que até agora praticamente nao foi aplicado. Os ministros estao agora em condiçoes de anunciar um acordo formal ao término de suas reunioes em Paris.

Este ``código de conduta'' estabelece diretrizes para as empresas multinacionais, incitando-as, quando se implantam em um país, a respeitar o meio ambiente e as normas sociais e particularmente a lutar contra o trabalho infantil.

John Evans, o secretário geral da comissao sindical consultora da OCDE (TUAC), que denunciou as exigências do México como ``escandalosas'', anunciou sua satisfaçao pelo acordo desta terça-feira. A TUAC agrupa 71 milhoes de trabalhadores pertencentes a 55 centrais sindicais nacionais nos países da OCDE.

O ministro mexicano de Indústria e Comércio, Hermínio Blanco Mendoza, havia estimado ontem que as modalidades de aplicaçao do texto poderiam prejudicar as empresas presentes no México.



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OCDE define novo guia de conduta empresarial

Do Diário do Grande ABC

27/06/2000 | 10:19


Os ministros dos países membros da OCDE conseguiram convencer o México esta terça-feira a retirar sua oposiçao a um guia de conduta para as empresas multinacionais, com cláusulas sociais e ecológicas, o que deixou a porta aberta para sua aprovaçao.

O México era o único país dos 29 membros da Organizaçao de Cooperaçao e Desenvolvimento Econômico (OCDE) a se opor publicamente ao texto, uma revisao de um tratado da organizaçao, que data de meados dos anos 70 e que até agora praticamente nao foi aplicado. Os ministros estao agora em condiçoes de anunciar um acordo formal ao término de suas reunioes em Paris.

Este ``código de conduta'' estabelece diretrizes para as empresas multinacionais, incitando-as, quando se implantam em um país, a respeitar o meio ambiente e as normas sociais e particularmente a lutar contra o trabalho infantil.

John Evans, o secretário geral da comissao sindical consultora da OCDE (TUAC), que denunciou as exigências do México como ``escandalosas'', anunciou sua satisfaçao pelo acordo desta terça-feira. A TUAC agrupa 71 milhoes de trabalhadores pertencentes a 55 centrais sindicais nacionais nos países da OCDE.

O ministro mexicano de Indústria e Comércio, Hermínio Blanco Mendoza, havia estimado ontem que as modalidades de aplicaçao do texto poderiam prejudicar as empresas presentes no México.

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