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Bancos apostam que PIB sobe 3,6%



18/07/2006 | 00:03


Os bancos elevaram a projeção média de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e reduziram a previsão do IPCA para 2006, aponta pesquisa divulgada segunda-feira pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). De acordo com a estimativa de 50 bancos pesquisados em julho, a economia deverá encerrar o ano com incremento de 3,6% no PIB em 2006, enquanto o IPCA fechará o ano com alta de 4,02%.

Para o economista-chefe da Febraban, Roberto Luis Troster, o cenário econômico nacional, no curto e médio prazos, apresenta-se estável. Segundo ele, há um processo de estabilização de preços, que é resultado da combinação de política monetária consistente, da política de ajustes fiscais nos últimos anos e de um câmbio valorizado.

O levantamento da Febraban apontou que os bancos esperam que o dólar feche dezembro de 2006 cotado a R$ 2,22, a mesma projeção feita em junho. Quanto ao risco Brasil, as instituições reduziram a previsão, de 234,38 pontos para 233,26 pontos. Já a estimativa para o superávit primário, passou de 4,27% do PIB para 4,26%.

Quanto às previsões para a balança comercial brasileira, os bancos reduziram os números de importação e exportação. Para as vendas externas, as projeções passaram de US$ 129,16 bilhões para US$ 128,90 bilhões em 2006. As importações, passaram de US$ 88,77 bilhões para US$ 88,41 bilhões. Apesar destas reduções, a estimativa média para o saldo aumentou, de US$ 40,39 bilhões para US$ 40,49 bilhões.                  



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Bancos apostam que PIB sobe 3,6%


18/07/2006 | 00:03


Os bancos elevaram a projeção média de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e reduziram a previsão do IPCA para 2006, aponta pesquisa divulgada segunda-feira pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). De acordo com a estimativa de 50 bancos pesquisados em julho, a economia deverá encerrar o ano com incremento de 3,6% no PIB em 2006, enquanto o IPCA fechará o ano com alta de 4,02%.

Para o economista-chefe da Febraban, Roberto Luis Troster, o cenário econômico nacional, no curto e médio prazos, apresenta-se estável. Segundo ele, há um processo de estabilização de preços, que é resultado da combinação de política monetária consistente, da política de ajustes fiscais nos últimos anos e de um câmbio valorizado.

O levantamento da Febraban apontou que os bancos esperam que o dólar feche dezembro de 2006 cotado a R$ 2,22, a mesma projeção feita em junho. Quanto ao risco Brasil, as instituições reduziram a previsão, de 234,38 pontos para 233,26 pontos. Já a estimativa para o superávit primário, passou de 4,27% do PIB para 4,26%.

Quanto às previsões para a balança comercial brasileira, os bancos reduziram os números de importação e exportação. Para as vendas externas, as projeções passaram de US$ 129,16 bilhões para US$ 128,90 bilhões em 2006. As importações, passaram de US$ 88,77 bilhões para US$ 88,41 bilhões. Apesar destas reduções, a estimativa média para o saldo aumentou, de US$ 40,39 bilhões para US$ 40,49 bilhões.                  

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