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Em Rio Grande, PT rejeita prévia após ex-prefeito Ramon Velásquez indicar disputa com Claudinho

Cúpula do partido assegura que ex-vereador foi aclamado por maioria


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

15/12/2015 | 07:00


O presidente do PT de Rio Grande da Serra, Erick de Paula, rejeitou realização de prévias no partido, depois que o ex-prefeito Ramon Velásquez, ao Diário, cogitou disputar o posto de representante do petismo contra o ex-vereador Claudinho da Geladeira na corrida majoritária do ano que vem.

“Respeito demais a história do Ramon. Foi uma pessoa que me ajudou na formação profissional e política. Contudo, não faremos prévia. O momento é do Claudinho e estamos respaldados pelo estatuto do partido que não fizemos nenhuma ilegalidade”, declarou Erick. O dirigente se baseia no artigo 154 do estatuto do petismo, que descreve “que o diretório de nível correspondente poderá, em caráter excepcional, deliberar pela não realização de prévias, por decisão de dois terços de seus integrantes.”

O Diário mostrou ontem que Ramon está bastante descontente com a condução do partido em Rio Grande da Serra e alega ter sido alijado das discussões internas, mesmo sendo o único prefeito do PT na cidade – ficou entre 2000 e 2004. O ex-chefe do Executivo ainda pontuou críticas à direção do petismo local, frisando que o bloco “não está à altura da sociedade de Rio Grande”.

Erick, por sua vez, garantiu que o diretório não restringe a participação de Ramon e que o espaço de debate está aberto. “Toda segunda-feira do mês realizamos reuniões que são abertas. Nunca dissemos para ele nem o Cafu (ex-prefeiturável da legenda Carlos Augusto César, que também criticou falta de espaço na sigla) se afastarem do diretório”, adicionou o presidente.

O atual panorama político de Rio Grande mostra disputa polarizada entre Claudinho e o prefeito Gabriel Maranhão (PSDB). O vereador Edvaldo Guerra (PV e que está de mudança para o PMDB) tenta se posicionar como terceira via no processo eleitoral.

Na última sondagem de intenções de voto, elaborada pelo DGABC Pesquisas, a pedido do Diário e publicada em agosto, mostrou queda do petista e ascensão do tucano. Claudinho, que liderava estudo em março, com 36,5%, caiu para 28%. Já Maranhão saltou de 24,5% para 30% e assumiu a ponta.

“Estamos brigando com o atual prefeito pela preferência do eleitorado. Os números mostram um empate (técnico), mas que nos dá condição de fortalecer um trabalho. É isso que estamos buscando. Ao longo da gestão tucana, fizemos dez ações no Ministério Público, destacando oposição fiscalizadora, que corresponde à população”, acrescentou Erick. 



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Em Rio Grande, PT rejeita prévia após ex-prefeito Ramon Velásquez indicar disputa com Claudinho

Cúpula do partido assegura que ex-vereador foi aclamado por maioria

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

15/12/2015 | 07:00


O presidente do PT de Rio Grande da Serra, Erick de Paula, rejeitou realização de prévias no partido, depois que o ex-prefeito Ramon Velásquez, ao Diário, cogitou disputar o posto de representante do petismo contra o ex-vereador Claudinho da Geladeira na corrida majoritária do ano que vem.

“Respeito demais a história do Ramon. Foi uma pessoa que me ajudou na formação profissional e política. Contudo, não faremos prévia. O momento é do Claudinho e estamos respaldados pelo estatuto do partido que não fizemos nenhuma ilegalidade”, declarou Erick. O dirigente se baseia no artigo 154 do estatuto do petismo, que descreve “que o diretório de nível correspondente poderá, em caráter excepcional, deliberar pela não realização de prévias, por decisão de dois terços de seus integrantes.”

O Diário mostrou ontem que Ramon está bastante descontente com a condução do partido em Rio Grande da Serra e alega ter sido alijado das discussões internas, mesmo sendo o único prefeito do PT na cidade – ficou entre 2000 e 2004. O ex-chefe do Executivo ainda pontuou críticas à direção do petismo local, frisando que o bloco “não está à altura da sociedade de Rio Grande”.

Erick, por sua vez, garantiu que o diretório não restringe a participação de Ramon e que o espaço de debate está aberto. “Toda segunda-feira do mês realizamos reuniões que são abertas. Nunca dissemos para ele nem o Cafu (ex-prefeiturável da legenda Carlos Augusto César, que também criticou falta de espaço na sigla) se afastarem do diretório”, adicionou o presidente.

O atual panorama político de Rio Grande mostra disputa polarizada entre Claudinho e o prefeito Gabriel Maranhão (PSDB). O vereador Edvaldo Guerra (PV e que está de mudança para o PMDB) tenta se posicionar como terceira via no processo eleitoral.

Na última sondagem de intenções de voto, elaborada pelo DGABC Pesquisas, a pedido do Diário e publicada em agosto, mostrou queda do petista e ascensão do tucano. Claudinho, que liderava estudo em março, com 36,5%, caiu para 28%. Já Maranhão saltou de 24,5% para 30% e assumiu a ponta.

“Estamos brigando com o atual prefeito pela preferência do eleitorado. Os números mostram um empate (técnico), mas que nos dá condição de fortalecer um trabalho. É isso que estamos buscando. Ao longo da gestão tucana, fizemos dez ações no Ministério Público, destacando oposição fiscalizadora, que corresponde à população”, acrescentou Erick. 

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