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Medicina recebe mais notas A no Provão



14/12/2003 | 21:25


As tradicionais áreas de Medicina, Direito e Engenharia Civil têm o que há de melhor e pior em cursos de ensino superior no Sudeste. De acordo com os resultados do Provão 2003, que serão divulgados nesta segunda-feira pelo MEC (Ministério da Educação), 42% dos cursos de Medicina da região tiveram notas A e B. É a área em que o desempenho dos alunos foi melhor. Em Engenharia Civil e Direito, 47,9% e 43% dos cursos, respectivamente, receberam notas D e E.

Esta deve ser a última vez que o MEC divulga os resultados do Provão por conceitos que vão de A a E. O novo sistema cria o Ides (Índice de Desenvolvimento do Ensino Superior), que resultará da combinação de ensino, aprendizagem, capacidade institucional e responsabilidade social.

A área de Medicina no Sudeste deu um salto de um ano para outro. É a campeã das notas A e B em 2003, mas em 2002 ficava apenas com a oitava posição. “Os cursos de Medicina são muito concorridos e o nível dos estudantes que entram é sempre alto”, diz o diretor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade da São Paulo), Giovanni Guido Cerri.

O mau resultado do cursos de Direito não surpreendeu a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), sucursal São Paulo. “Nos últimos três anos, de uma lista de 85 cursos, opinamos em favor da abertura de 3. Mas o MEC liberou mais de 50”, diz o presidente da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem, Rui Celso Reali Fragoso.



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Medicina recebe mais notas A no Provão


14/12/2003 | 21:25


As tradicionais áreas de Medicina, Direito e Engenharia Civil têm o que há de melhor e pior em cursos de ensino superior no Sudeste. De acordo com os resultados do Provão 2003, que serão divulgados nesta segunda-feira pelo MEC (Ministério da Educação), 42% dos cursos de Medicina da região tiveram notas A e B. É a área em que o desempenho dos alunos foi melhor. Em Engenharia Civil e Direito, 47,9% e 43% dos cursos, respectivamente, receberam notas D e E.

Esta deve ser a última vez que o MEC divulga os resultados do Provão por conceitos que vão de A a E. O novo sistema cria o Ides (Índice de Desenvolvimento do Ensino Superior), que resultará da combinação de ensino, aprendizagem, capacidade institucional e responsabilidade social.

A área de Medicina no Sudeste deu um salto de um ano para outro. É a campeã das notas A e B em 2003, mas em 2002 ficava apenas com a oitava posição. “Os cursos de Medicina são muito concorridos e o nível dos estudantes que entram é sempre alto”, diz o diretor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade da São Paulo), Giovanni Guido Cerri.

O mau resultado do cursos de Direito não surpreendeu a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), sucursal São Paulo. “Nos últimos três anos, de uma lista de 85 cursos, opinamos em favor da abertura de 3. Mas o MEC liberou mais de 50”, diz o presidente da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem, Rui Celso Reali Fragoso.

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