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ONU é criticada no filme ‘Hotel Rwanda’


Da AFP

09/02/2005 | 14:51


A ONU (Organização das Nações Unidas) é duramente criticada por seu papel em Ruanda no filme ‘Hotel Rwanda’, que será apresentado em caráter hors-concours na seção oficial do Festival Internacional de Cinema de Berlim, que começa nesta quinta-feira, segundo o semanário alemão Die Zeit.

O ex-gerente do hotel, Paul Rusesabagina, famoso por ter protegido mais de 1,2 mil pessoas no estabelecimento, salvando-as do genocídio, disse à publicação que a ONU se retirou cedo demais de Ruanda, no meio daquele trágico acontecimento.

"Ao invés de salvar os refugiados, a ONU evacuou cães" daquele país da África oriental, afirmou. "Um cão europeu foi mais importante que um ser humano ruandês", prosseguiu Rusesabagina, conhecido na época como "Oskar Schindler de Ruanda".

Aos 50 anos, Rusesabagina afirmou que hoje não tem mais ambições políticas. "Estou muito velho para isso", declarou o ex-gerente do hotel que teve que deixar seu país por medo de ser assassinado e que hoje trabalha como empresário de táxis em Bruxelas (Bélgica).



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ONU é criticada no filme ‘Hotel Rwanda’

Da AFP

09/02/2005 | 14:51


A ONU (Organização das Nações Unidas) é duramente criticada por seu papel em Ruanda no filme ‘Hotel Rwanda’, que será apresentado em caráter hors-concours na seção oficial do Festival Internacional de Cinema de Berlim, que começa nesta quinta-feira, segundo o semanário alemão Die Zeit.

O ex-gerente do hotel, Paul Rusesabagina, famoso por ter protegido mais de 1,2 mil pessoas no estabelecimento, salvando-as do genocídio, disse à publicação que a ONU se retirou cedo demais de Ruanda, no meio daquele trágico acontecimento.

"Ao invés de salvar os refugiados, a ONU evacuou cães" daquele país da África oriental, afirmou. "Um cão europeu foi mais importante que um ser humano ruandês", prosseguiu Rusesabagina, conhecido na época como "Oskar Schindler de Ruanda".

Aos 50 anos, Rusesabagina afirmou que hoje não tem mais ambições políticas. "Estou muito velho para isso", declarou o ex-gerente do hotel que teve que deixar seu país por medo de ser assassinado e que hoje trabalha como empresário de táxis em Bruxelas (Bélgica).

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