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Frankenstein: de debate científico a ícone pop


Nelson Albuquerque
Do Diário do Grande ABC

14/06/2010 | 07:00


O medo do que era capaz de produzir as descobertas científicas no início do século 19 levou Mary Shelley a criar a história de uma criatura horrenda. Aos 19 anos, a inglesa escreveu Frankenstein e compartilhou com o mundo sua pulga atrás da orelha. Até onde é possível brincar de ser Deus?

O tema continua atual. E a escritora Susan Tyler Hitchcock, que o estuda há 20 anos, lança o livro Frankenstein - As Muitas Faces de um Monstro (Larousse, 352 págs., R$ 49).

A obra se dedica a levantar o cenário e o ambiente que propriciaram a criação do mito até chegar aos dias de hoje, quando o monstro se tornou um símbolo pop. Observa também a recorrente utilização de Frankenstein como metáfora para se discutir os avanços na área genética. "Esse é o nosso monstro. Conhecê-lo é conhecer a nós mesmos", escreve Susan.

Mary Shelley criou a história entre 1816 e 1817. Publicou no ano seguinte sem assiná-la - por isso costuma-se considerar a edição revisada de 1931 como sendo a definitiva.

A ousada publicação provocou recepções desencontradas na imprensa. De "uma trama de absurdos horríveis e desagradáveis" até "evidentemente a produção de um escritor incomum". Enfim, a obra de Susan é bastante útil para limparmos esses antigos ruídos.



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Frankenstein: de debate científico a ícone pop

Nelson Albuquerque
Do Diário do Grande ABC

14/06/2010 | 07:00


O medo do que era capaz de produzir as descobertas científicas no início do século 19 levou Mary Shelley a criar a história de uma criatura horrenda. Aos 19 anos, a inglesa escreveu Frankenstein e compartilhou com o mundo sua pulga atrás da orelha. Até onde é possível brincar de ser Deus?

O tema continua atual. E a escritora Susan Tyler Hitchcock, que o estuda há 20 anos, lança o livro Frankenstein - As Muitas Faces de um Monstro (Larousse, 352 págs., R$ 49).

A obra se dedica a levantar o cenário e o ambiente que propriciaram a criação do mito até chegar aos dias de hoje, quando o monstro se tornou um símbolo pop. Observa também a recorrente utilização de Frankenstein como metáfora para se discutir os avanços na área genética. "Esse é o nosso monstro. Conhecê-lo é conhecer a nós mesmos", escreve Susan.

Mary Shelley criou a história entre 1816 e 1817. Publicou no ano seguinte sem assiná-la - por isso costuma-se considerar a edição revisada de 1931 como sendo a definitiva.

A ousada publicação provocou recepções desencontradas na imprensa. De "uma trama de absurdos horríveis e desagradáveis" até "evidentemente a produção de um escritor incomum". Enfim, a obra de Susan é bastante útil para limparmos esses antigos ruídos.

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