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Sem prefeito, Grana abre casa em Sto.André


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

29/10/2012 | 07:56


Mesmo sem a presença do prefeito Aidan Ravin (PTB), o então candidato ao Paço de Santo André pelo PT, deputado estadual Carlos Grana, abriu sua residência ontem pela manhã na Vila Bastos e da casa dos pais na Vila Palmares à imprensa e apoiadores, num café da manhã, visando desmentir e comprovar que mora e viveu na cidade desde o nascimento. Antes de iniciar a coletiva, o petista brincou: "Não sei o porquê, mas o adversário não aceitou convite."

Nos debates da reta final, Grana fez convite a Aidan para visitá-lo e tomar um café, inclusive no dia da eleição, defendendo-se das acusações de que não mora na cidade. Durante o segundo turno, o petebista utilizou a afirmação como principal estratégia na tentativa de reverter o quadro desfavorável da primeira etapa. O prefeito alegou no período que o deputado reside em Ribeirão Pires.

Grana argumentou que foi alvo de ataques e mentiras do rival - ele demonstrou incômodo em diversos momentos da campanha com a situação, dizendo até que não comentaria mais sobre o assunto. Segundo o petista, Aidan objetivava que a mentira virasse verdade se falasse diversas vezes. "Essa é uma velha tática. Foi baixaria muito grande. O que aconteceu no subterrâneo dessa última semana por parte do adversário, eu sei e ele sabe", disse, sem falar os pormenores.

Para tirar o peso das insinuações do prefeito, o deputado disparou na semana derradeira que Aidan também viveu parte da vida no Rio de Janeiro, quando cursou faculdade de medicina em Vassouras, além de período na vizinha São Bernardo, na Vila Duzzi.

Com o fim do café, Grana partiu para a votação na escola Rener Caram, onde fez questão de afirmar que vota desde os 18 anos, e seguiu via-sacra pelas zonas eleitorais com a família, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior (PT), o ex-prefeito João Avamileno (PT), a ex-vice-prefeita Ivete Garcia (PT) e companheira de chapa Oswana Fameli (PRP).

Depois da peregrinação, o deputado afirmou que a sensação era de "dever cumprido" por ter pautado a "campanha em propostas". "Essa campanha ficará marcada na história política de Santo André, por isso a expectativa é grande na vitória." Grana voltou a reafirmar que a retomada do poder em Santo André significará a integração da cidade com o País e o Estado. "É a oportunidade em acreditar que o município pode muito mais."

 

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O deputado rechaçou que o PT tenha sido autor da veiculação de mensagem por telefone na madrugada de ontem, na qual Aidan aparece na gravação pedindo voto. Grana sustentou que a campanha do PTB tentou ação no desespero, que não correspondeu às expectativas. "Não temos interesse em fazer isso pedindo voto para o outro candidato. Ele tem direito de buscar qualquer desculpa porque sabe que será derrotado, e está tentando se justificar."



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Sem prefeito, Grana abre casa em Sto.André

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

29/10/2012 | 07:56


Mesmo sem a presença do prefeito Aidan Ravin (PTB), o então candidato ao Paço de Santo André pelo PT, deputado estadual Carlos Grana, abriu sua residência ontem pela manhã na Vila Bastos e da casa dos pais na Vila Palmares à imprensa e apoiadores, num café da manhã, visando desmentir e comprovar que mora e viveu na cidade desde o nascimento. Antes de iniciar a coletiva, o petista brincou: "Não sei o porquê, mas o adversário não aceitou convite."

Nos debates da reta final, Grana fez convite a Aidan para visitá-lo e tomar um café, inclusive no dia da eleição, defendendo-se das acusações de que não mora na cidade. Durante o segundo turno, o petebista utilizou a afirmação como principal estratégia na tentativa de reverter o quadro desfavorável da primeira etapa. O prefeito alegou no período que o deputado reside em Ribeirão Pires.

Grana argumentou que foi alvo de ataques e mentiras do rival - ele demonstrou incômodo em diversos momentos da campanha com a situação, dizendo até que não comentaria mais sobre o assunto. Segundo o petista, Aidan objetivava que a mentira virasse verdade se falasse diversas vezes. "Essa é uma velha tática. Foi baixaria muito grande. O que aconteceu no subterrâneo dessa última semana por parte do adversário, eu sei e ele sabe", disse, sem falar os pormenores.

Para tirar o peso das insinuações do prefeito, o deputado disparou na semana derradeira que Aidan também viveu parte da vida no Rio de Janeiro, quando cursou faculdade de medicina em Vassouras, além de período na vizinha São Bernardo, na Vila Duzzi.

Com o fim do café, Grana partiu para a votação na escola Rener Caram, onde fez questão de afirmar que vota desde os 18 anos, e seguiu via-sacra pelas zonas eleitorais com a família, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior (PT), o ex-prefeito João Avamileno (PT), a ex-vice-prefeita Ivete Garcia (PT) e companheira de chapa Oswana Fameli (PRP).

Depois da peregrinação, o deputado afirmou que a sensação era de "dever cumprido" por ter pautado a "campanha em propostas". "Essa campanha ficará marcada na história política de Santo André, por isso a expectativa é grande na vitória." Grana voltou a reafirmar que a retomada do poder em Santo André significará a integração da cidade com o País e o Estado. "É a oportunidade em acreditar que o município pode muito mais."

 

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O deputado rechaçou que o PT tenha sido autor da veiculação de mensagem por telefone na madrugada de ontem, na qual Aidan aparece na gravação pedindo voto. Grana sustentou que a campanha do PTB tentou ação no desespero, que não correspondeu às expectativas. "Não temos interesse em fazer isso pedindo voto para o outro candidato. Ele tem direito de buscar qualquer desculpa porque sabe que será derrotado, e está tentando se justificar."

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