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Centro hospitalar andreense ganha aparelho para medir capacidade pulmonar

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cerca de 100 exames são realizados por mês na cidade


Drielly Gaspar Especial para o Diário

06/11/2013 | 07:01


Centro de Especialidades 1 de Santo André, na Vila Dora, recebeu ontem aparelho de espirometria, utilizado para medir a capacidade pulmonar de pacientes.

Conforme o secretário adjunto de Saúde, Jurandyr José Teixeira das Neves, o exame serve para diagnosticar e, assim, retardar o desenvolvimento da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). “Trata-se de patologia que, assim como a diabetes, não tem cura, mas pode ser tratada para desacelerar a progressão, por isso a importância do diagnóstico.”

A doença atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos, fumantes ou ex-fumantes, e tem como um dos principais sintomas a dificuldade de respirar. O taxista José Afonso Bonfim, 75 anos, diz que este foi um dos motivos pelos quais seu pneumologista solicitou o exame. “Um dia estava andando na rua e senti uma falta de ar muito grande. Corri no médico e, depois que ele começou o tratamento, não tive mais esse problema.”

De acordo com o secretário adjunto, cerca de 100 exames são realizados por mês na cidade. “As USBs (Unidades Básicas de Saúde) entram em contato com os pacientes cadastrados para verificar o perfil de atingidos pela doença. A partir daí são encaminhadas a médicos especialistas que pedem os exames.”

O secretário alerta ainda que o tabagismo não é a única causa da doença. A poluição do ar e determinadas condições de trabalho podem ocasionar a DPOC, quinta principal causa de morte no Brasil e a sexta no mundo.

 

A cidade deve entregar ainda, até o fim do mês, aparelho de ressonância magnética no CHM (Centro Hospitalar Municipal), além de enfermaria de trauma. Até o fim do ano, a meta é dobrar o número de leitos na UTI e fazer melhorias no centro de diagnóstico por imagem.



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Centro hospitalar andreense ganha aparelho para medir capacidade pulmonar

Cerca de 100 exames são realizados por mês na cidade

Drielly Gaspar Especial para o Diário

06/11/2013 | 07:01


Centro de Especialidades 1 de Santo André, na Vila Dora, recebeu ontem aparelho de espirometria, utilizado para medir a capacidade pulmonar de pacientes.

Conforme o secretário adjunto de Saúde, Jurandyr José Teixeira das Neves, o exame serve para diagnosticar e, assim, retardar o desenvolvimento da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). “Trata-se de patologia que, assim como a diabetes, não tem cura, mas pode ser tratada para desacelerar a progressão, por isso a importância do diagnóstico.”

A doença atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos, fumantes ou ex-fumantes, e tem como um dos principais sintomas a dificuldade de respirar. O taxista José Afonso Bonfim, 75 anos, diz que este foi um dos motivos pelos quais seu pneumologista solicitou o exame. “Um dia estava andando na rua e senti uma falta de ar muito grande. Corri no médico e, depois que ele começou o tratamento, não tive mais esse problema.”

De acordo com o secretário adjunto, cerca de 100 exames são realizados por mês na cidade. “As USBs (Unidades Básicas de Saúde) entram em contato com os pacientes cadastrados para verificar o perfil de atingidos pela doença. A partir daí são encaminhadas a médicos especialistas que pedem os exames.”

O secretário alerta ainda que o tabagismo não é a única causa da doença. A poluição do ar e determinadas condições de trabalho podem ocasionar a DPOC, quinta principal causa de morte no Brasil e a sexta no mundo.

 

A cidade deve entregar ainda, até o fim do mês, aparelho de ressonância magnética no CHM (Centro Hospitalar Municipal), além de enfermaria de trauma. Até o fim do ano, a meta é dobrar o número de leitos na UTI e fazer melhorias no centro de diagnóstico por imagem.

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