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Em crise, jogadores do Corinthians apoiam Osvaldao


Sérgio Duran
Da ARN, em Sao Paulo 

04/05/1999 | 00:04


O Corinthians viveu um dia de bonança durante o treino de segunda, em Atibaia, interior do Estado, onde o time está concentrado. O clima contrastava com a crise por que passa a equipe do Parque Sao Jorge. A explicaçao mais provável foi dada pelos jogadores: a tempestade está servindo para unir o grupo e, principalmente, a permanência de Osvaldo Oliveira no comando, mesmo após a derrota para o Mogi-Mirim, agradou a todos. 

  Na verdade, o que ninguém quis dizer é que Evaristo de Macedo nao conseguiu conquistar a equipe. "Na minha opiniao, faltava uma liderança, uma orientaçao maior para os jogadores", afirmou Rincón, que estará fora da partida desta quarta, contra o Palmeiras, na disputa por uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores.   

O treino da tarde em Atibaia foi cercado de brincadeiras e muitas gargalhadas. "Estou feliz pelo grupo, que está ainda mais unido, e também pelo Osvaldo, que sempre foi bem aceito. Sou muito amigo dele, posso dizer que sou um fa do nosso treinador", afirmou Dinei.  

Os jogadores, que se reuniram várias vezes depois das recentes derrotas, é que estariam dando respaldo a Oliveira, o que fortalece a tese de que Evaristo teria sido vítima de um complô generalizado.  "Só quem pode resolver os problemas que estao atrapalhando o Corinthians somos nós, os jogadores", disse Marcelinho Carioca. "Nao vamos deixar que esses assuntos de diretoria interfiram no nosso rendimento."  

Há quem diga que essa alegria corintiana tem data marcada para acabar - quarta, em caso de derrota para o Palmeiras. "Se a gente perder o clássico, a casa vai cair de vez", afirmou Marcelinho. Por esta "casa", leia-se também o seu inquilino maior: Osvaldo Oliveira. O técnico, no entanto, disse que as suas bases estao mais sólidas no Parque Sao Jorge.  "A minha permanência nao depende tao imediatamente dos resultados. Tenho sentido firmeza por parte da diretoria. Hoje mesmo (segunda), conversei longamente com o presidente Alberto Dualib, e todos eles têm me passado muita tranqüilidade", declarou Oliveira.  

A formaçao que enfrentará o Palmeiras está praticamente definida por ele, restando apenas a dúvida sobre quem será o lateral-direito: Indio ou Rodrigo. Gripado, Silvinho ainda inspira cuidados.



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Em crise, jogadores do Corinthians apoiam Osvaldao

Sérgio Duran
Da ARN, em Sao Paulo 

04/05/1999 | 00:04


O Corinthians viveu um dia de bonança durante o treino de segunda, em Atibaia, interior do Estado, onde o time está concentrado. O clima contrastava com a crise por que passa a equipe do Parque Sao Jorge. A explicaçao mais provável foi dada pelos jogadores: a tempestade está servindo para unir o grupo e, principalmente, a permanência de Osvaldo Oliveira no comando, mesmo após a derrota para o Mogi-Mirim, agradou a todos. 

  Na verdade, o que ninguém quis dizer é que Evaristo de Macedo nao conseguiu conquistar a equipe. "Na minha opiniao, faltava uma liderança, uma orientaçao maior para os jogadores", afirmou Rincón, que estará fora da partida desta quarta, contra o Palmeiras, na disputa por uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores.   

O treino da tarde em Atibaia foi cercado de brincadeiras e muitas gargalhadas. "Estou feliz pelo grupo, que está ainda mais unido, e também pelo Osvaldo, que sempre foi bem aceito. Sou muito amigo dele, posso dizer que sou um fa do nosso treinador", afirmou Dinei.  

Os jogadores, que se reuniram várias vezes depois das recentes derrotas, é que estariam dando respaldo a Oliveira, o que fortalece a tese de que Evaristo teria sido vítima de um complô generalizado.  "Só quem pode resolver os problemas que estao atrapalhando o Corinthians somos nós, os jogadores", disse Marcelinho Carioca. "Nao vamos deixar que esses assuntos de diretoria interfiram no nosso rendimento."  

Há quem diga que essa alegria corintiana tem data marcada para acabar - quarta, em caso de derrota para o Palmeiras. "Se a gente perder o clássico, a casa vai cair de vez", afirmou Marcelinho. Por esta "casa", leia-se também o seu inquilino maior: Osvaldo Oliveira. O técnico, no entanto, disse que as suas bases estao mais sólidas no Parque Sao Jorge.  "A minha permanência nao depende tao imediatamente dos resultados. Tenho sentido firmeza por parte da diretoria. Hoje mesmo (segunda), conversei longamente com o presidente Alberto Dualib, e todos eles têm me passado muita tranqüilidade", declarou Oliveira.  

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