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Questão do gás: Dilma diz que é sandice Brasil brigar com a Bolívia


Do Diário OnLine

18/12/2007 | 20:40


A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira que não há motivos para que o país deixe de investir na exploração do gás natural boliviano. Para ela, é uma sandice achar que o Brasil tem que brigar com a Bolívia.

Nesta segunda-feira, a Petrobras retomou os investimentos no gás natural boliviano. Um acordo firmado em La Paz (capital boliviana) prevê aporte de US$ 750 milhões a US$ 1 bilhão da empresa e de seus sócios na exploração e no desenvolvimento de reservas em três campos da estatal local, a YPFB (Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos).

Dilma Rousseff citou a questão geopolítica e de compromisso com a integração regional como razões para que o país continue fazendo acordos com o país vizinho que, segundo ela, possui uma das maiores reservas de gás natural da América Latina. “A troco de quê o Brasil não vai investir e ajudar a explorar e desenvolver essas reservas?”, questionou a ministra.

Ela disse também que a questão da nacionalização das reservas de gás e petróleo do país e da ocupação das refinarias da Petrobras pelo Exército - o que levou a estatal brasileira a congelar os investimentos - é assunto encerrado. “Eles pagaram. Não temos mais o que queixar internacionalmente”, disse a ministra.


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Questão do gás: Dilma diz que é sandice Brasil brigar com a Bolívia

Do Diário OnLine

18/12/2007 | 20:40


A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira que não há motivos para que o país deixe de investir na exploração do gás natural boliviano. Para ela, é uma sandice achar que o Brasil tem que brigar com a Bolívia.

Nesta segunda-feira, a Petrobras retomou os investimentos no gás natural boliviano. Um acordo firmado em La Paz (capital boliviana) prevê aporte de US$ 750 milhões a US$ 1 bilhão da empresa e de seus sócios na exploração e no desenvolvimento de reservas em três campos da estatal local, a YPFB (Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos).

Dilma Rousseff citou a questão geopolítica e de compromisso com a integração regional como razões para que o país continue fazendo acordos com o país vizinho que, segundo ela, possui uma das maiores reservas de gás natural da América Latina. “A troco de quê o Brasil não vai investir e ajudar a explorar e desenvolver essas reservas?”, questionou a ministra.

Ela disse também que a questão da nacionalização das reservas de gás e petróleo do país e da ocupação das refinarias da Petrobras pelo Exército - o que levou a estatal brasileira a congelar os investimentos - é assunto encerrado. “Eles pagaram. Não temos mais o que queixar internacionalmente”, disse a ministra.

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