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Belgo nao fecha operaçao com todos seus credores


Do Diário do Grande ABC

02/04/1999 | 14:41


A direçao da siderúrgica Belgo-Mineira nao conseguiu fechar em março a operaçao para pagamento dos 80 credores restantes da Mendes Júnior Siderúrgica (MJS), que está arrendada pela Belgo. A primeira etapa para consolidaçao da aquisiçao do controle da MJS foi concluída no ano passado, quando a Belgo-Mineira Participaçao (BMP), subsidiária da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, fechou o acordo para aquisiçao dos créditos que a Açominas detinha contra a Mendes Júnior Siderúrgica (MJS).

O processo já vinha se arrastando por mais de três anos. A Belgo desembolsou R$ 97 milhoes para adquirir os créditos da Açominas. Estes recursos envolveram debêntures da BMP, assunçao de dívidas e "cash". Os débitos totais da MJS montam cerca de R$ 1,2 bilhao (valores de junho de 95) sendo que cerca de 68% deste total está dividido entre Açominas e o BNDES.

O objetivo da direçao da Belgo era concluir a aquisiçao dos 22% dos créditos restantes, que estao divididos entre os 80 credores, no mês passado, mas a operaçao nao foi concluída por "problemas técnicos". O processo só deve ter uma soluçao no final deste semestre.

Os 80 credores da MJS - que incluem bancos, fornecedores e algumas traders - tem um crédito de cerca de R$ 300 milhoes a receber. A direçao da Belgo-Mineira pretende fechar a operaçao nos mesmos moldes do que foi acertado com a Açominas, ou seja, um pagamento de, no máximo, R$ 97 milhoes, sendo que o pagamento envolveria assunçao de dívidas, pagamento em dinheiro e a possibilidade de emissao de novas debêntures da BMP.

Segundo o presidente da Belgo-Mineira, Antônio José Polanczyk, a Consemp, empresa que tem prestado consultoria à Belgo na operaçao, está avaliando quais serao os impactos desta operaçao no passivo da siderúrgica, assim como o impacto nos ativos dos credores.



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Belgo nao fecha operaçao com todos seus credores

Do Diário do Grande ABC

02/04/1999 | 14:41


A direçao da siderúrgica Belgo-Mineira nao conseguiu fechar em março a operaçao para pagamento dos 80 credores restantes da Mendes Júnior Siderúrgica (MJS), que está arrendada pela Belgo. A primeira etapa para consolidaçao da aquisiçao do controle da MJS foi concluída no ano passado, quando a Belgo-Mineira Participaçao (BMP), subsidiária da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, fechou o acordo para aquisiçao dos créditos que a Açominas detinha contra a Mendes Júnior Siderúrgica (MJS).

O processo já vinha se arrastando por mais de três anos. A Belgo desembolsou R$ 97 milhoes para adquirir os créditos da Açominas. Estes recursos envolveram debêntures da BMP, assunçao de dívidas e "cash". Os débitos totais da MJS montam cerca de R$ 1,2 bilhao (valores de junho de 95) sendo que cerca de 68% deste total está dividido entre Açominas e o BNDES.

O objetivo da direçao da Belgo era concluir a aquisiçao dos 22% dos créditos restantes, que estao divididos entre os 80 credores, no mês passado, mas a operaçao nao foi concluída por "problemas técnicos". O processo só deve ter uma soluçao no final deste semestre.

Os 80 credores da MJS - que incluem bancos, fornecedores e algumas traders - tem um crédito de cerca de R$ 300 milhoes a receber. A direçao da Belgo-Mineira pretende fechar a operaçao nos mesmos moldes do que foi acertado com a Açominas, ou seja, um pagamento de, no máximo, R$ 97 milhoes, sendo que o pagamento envolveria assunçao de dívidas, pagamento em dinheiro e a possibilidade de emissao de novas debêntures da BMP.

Segundo o presidente da Belgo-Mineira, Antônio José Polanczyk, a Consemp, empresa que tem prestado consultoria à Belgo na operaçao, está avaliando quais serao os impactos desta operaçao no passivo da siderúrgica, assim como o impacto nos ativos dos credores.

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