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Bolsas da Europa fecham em alta com dados indicando expansão da indústria local



03/08/2020 | 13:46


As bolsas da Europa encerraram o pregão desta segunda-feira (03) em alta, amparadas pela notícia de que a indústria do continente, voltou a se expandir após o forte golpe da covid-19 na economia local. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou o primeiro pregão de agosto em alta de 2,05%, a 363,64 pontos.

Indicadores macroeconômicos que deram o tom à sessão europeia de hoje. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da zona do euro, elaborado pelo instituto IHS Markit, avançou de 47,4 em junho a 51,8 em julho, superando, inclusive, a previsão de analistas do Wall Street Journal, que era de alta a 51,1. A leitura acima da marca de 50 pontos aponta que a indústria do bloco voltou a se expandir. "Mesmo que o PIB do segundo trimestre tenha confirmado que as economias europeias se contrariam mais que os Estados Unidos, acontecimentos recentes criaram mais otimismo para os países de lá", diz o Barclays, em nota. "A recuperação está em curso mas algumas incertezas ainda obscurecem as perspectivas", pondera o banco.

O PMI da Alemanha, a principal economia do continente, também superou previsão de avanço à marca neutra de 50 pontos e se fortaleceu de 45,2 em junho a 51,0 em julho. Com isso,o índice Dax, de Frankfurt, fechou a segunda-feira com avanço de 2,11%, aos 12.646,98 pontos, acompanhado pelo CAC 40, de Paris, encerrou em alta de 1,93%, aos 4.875,93 pontos.

Apesar do fechamento significativo - alta de 2,29%, aos 6.032,85 pontos, com ajuda da libra fraca ante o dólar - o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, teve ganhos contidos em boa parte da manhã. Isso porque o Reino Unido reportou que o PMI industrial local até avançou - de 50,1 em junho a 53,3 em julho, na máxima em 32 meses -, mas abaixo das expectativas de alta um pouco maior, a 53,6. Houve ainda alguma pressão das ações do HSBC, que fecharam em queda de 2,91%, após o banco reportar tombo de 96% no lucro líquido do segundo semestre, na comparação anual, diante dos impactos da pandemia.

Entre outras praças europeias, o índice FTSE MIB, da Bolsa de Milão, fechou o pregão em alta de 1,51%, aos 19.379,79 pontos. Já o Ibex 35, de Madri, marcou alta de 1,42%, aos 6.975,00 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, de 1,21%, aos 4.347,85 pontos.



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Bolsas da Europa fecham em alta com dados indicando expansão da indústria local


03/08/2020 | 13:46


As bolsas da Europa encerraram o pregão desta segunda-feira (03) em alta, amparadas pela notícia de que a indústria do continente, voltou a se expandir após o forte golpe da covid-19 na economia local. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou o primeiro pregão de agosto em alta de 2,05%, a 363,64 pontos.

Indicadores macroeconômicos que deram o tom à sessão europeia de hoje. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da zona do euro, elaborado pelo instituto IHS Markit, avançou de 47,4 em junho a 51,8 em julho, superando, inclusive, a previsão de analistas do Wall Street Journal, que era de alta a 51,1. A leitura acima da marca de 50 pontos aponta que a indústria do bloco voltou a se expandir. "Mesmo que o PIB do segundo trimestre tenha confirmado que as economias europeias se contrariam mais que os Estados Unidos, acontecimentos recentes criaram mais otimismo para os países de lá", diz o Barclays, em nota. "A recuperação está em curso mas algumas incertezas ainda obscurecem as perspectivas", pondera o banco.

O PMI da Alemanha, a principal economia do continente, também superou previsão de avanço à marca neutra de 50 pontos e se fortaleceu de 45,2 em junho a 51,0 em julho. Com isso,o índice Dax, de Frankfurt, fechou a segunda-feira com avanço de 2,11%, aos 12.646,98 pontos, acompanhado pelo CAC 40, de Paris, encerrou em alta de 1,93%, aos 4.875,93 pontos.

Apesar do fechamento significativo - alta de 2,29%, aos 6.032,85 pontos, com ajuda da libra fraca ante o dólar - o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, teve ganhos contidos em boa parte da manhã. Isso porque o Reino Unido reportou que o PMI industrial local até avançou - de 50,1 em junho a 53,3 em julho, na máxima em 32 meses -, mas abaixo das expectativas de alta um pouco maior, a 53,6. Houve ainda alguma pressão das ações do HSBC, que fecharam em queda de 2,91%, após o banco reportar tombo de 96% no lucro líquido do segundo semestre, na comparação anual, diante dos impactos da pandemia.

Entre outras praças europeias, o índice FTSE MIB, da Bolsa de Milão, fechou o pregão em alta de 1,51%, aos 19.379,79 pontos. Já o Ibex 35, de Madri, marcou alta de 1,42%, aos 6.975,00 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, de 1,21%, aos 4.347,85 pontos.

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