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João Paulo II pensou em renunciar por causa de sua saúde, diz jornal


Da AFP

02/02/2006 | 09:34


O papa João Paulo II pensou em renunciar em virtude de seu estado de saúde, mas desistiu da idéia para não criar um "precedente perigoso" para seus sucessores. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo jornal italiano La Stampa, que cita um livro do cardeal espanhol Julián Herranz que será publicado em breve.

"O papa está pessoalmente muito afastado de sua missão e vive livrando-se da vontade de Deus. Mas teme criar um precedente perigoso para seus sucessores", declarou, em dezembro de 2004, o arcebispo polonês Stanislaw Dziwisz, secretário particular de João Paulo II durante 40 anos, citado por Herranz.

O prelado espanhol, membro da Comissão Pontifícia para a Interpretação dos Textos Legislativos da Igreja, escreve em seu livro - "Nos arredores de Jericó - Recordações dos anos com São Josémaria e com João Paulo II" - que o papa polonês consultou seu secretário sobre a possibilidade de renunciar.

Dziwisz, citado por Herranz, explica que os temores de João Paulo II estavam vinculados ao fato de que seus sucessores "poderão se ver expostos a manobras e pressões sutis dos que quisessem derrubá-los".

Durante os últimos anos da vida do papa, morto em 2 de abril de 2005, circularam numerosos rumores no Vaticano e na imprensa sobre uma possível renúncia de João Paulo II por causa da piora de seu estado de saúde. Os rumores foram sempre desmentidos oficialmente.



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João Paulo II pensou em renunciar por causa de sua saúde, diz jornal

Da AFP

02/02/2006 | 09:34


O papa João Paulo II pensou em renunciar em virtude de seu estado de saúde, mas desistiu da idéia para não criar um "precedente perigoso" para seus sucessores. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo jornal italiano La Stampa, que cita um livro do cardeal espanhol Julián Herranz que será publicado em breve.

"O papa está pessoalmente muito afastado de sua missão e vive livrando-se da vontade de Deus. Mas teme criar um precedente perigoso para seus sucessores", declarou, em dezembro de 2004, o arcebispo polonês Stanislaw Dziwisz, secretário particular de João Paulo II durante 40 anos, citado por Herranz.

O prelado espanhol, membro da Comissão Pontifícia para a Interpretação dos Textos Legislativos da Igreja, escreve em seu livro - "Nos arredores de Jericó - Recordações dos anos com São Josémaria e com João Paulo II" - que o papa polonês consultou seu secretário sobre a possibilidade de renunciar.

Dziwisz, citado por Herranz, explica que os temores de João Paulo II estavam vinculados ao fato de que seus sucessores "poderão se ver expostos a manobras e pressões sutis dos que quisessem derrubá-los".

Durante os últimos anos da vida do papa, morto em 2 de abril de 2005, circularam numerosos rumores no Vaticano e na imprensa sobre uma possível renúncia de João Paulo II por causa da piora de seu estado de saúde. Os rumores foram sempre desmentidos oficialmente.

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