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Fundos de ações garantem rentabilidade real de 15,5%


Fernando Bortolin
Do Diário do Grande ABC

06/05/2006 | 08:27


As dúvidas em relação a reestruturação de cargos junto ao Banco Central – diante da posse de Guido Mantega em substituição de Antonio Palocci –, associado aos indicativos de que a fase de alta dos juros nos Estados Unidos, sinalizada pelo FED (Banco Central dos EUA) chegou ao fim, explicam o comportamento do mercado financeiro de abril, cujo ranking dos fundos mais rentáveis acabou ficando concentrado sobre aplicações indexadas aos papéis negociados em Bolsa de Valores.

Dos 44 fundos disponíveis na rede bancária, apenas sete ficaram no vermelho, com destaque para o prejuízo acarretado pelos cambiais (que aplicam na moeda norte-americana), com perdas de 3,29%. Já a família de fundos que investe exclusivamente em ações, composta por 17 tipos diferentes de ativos, rendeu bem. Todos premiaram os investidores com rentabilidades positivas em abril, entre a mínima de 3,50% e a máxima de 15,05%. Comparado ao IGP-M de -0,42% no mês, o ganho real oscilou entre 3,94% e 15,53%

O destaque de abril ficou com os fundos de Ações IBX Ativos com Alavancagem – que aplicam o dinheiro dos cotistas nos 100 papéis mais negociados diariamente na bolsa paulista. Na média, eles renderam 15,05%, bem acima dos fundos de privatização Petrobras-FGTS, com retorno de 10,78%. Vale destacar que os aplicadores neste ativo estão agindo de forma errada. Começaram a sacar os recursos num momento em que as ações da estatal (a Petrobras) estavam em baixa. Os dados mostram retiradas de R$ 37,5 milhões no mês passado. Se tivessem esperado até o fim do mês, teriam obtido os ganhos de fim de período.

No ano – De janeiro a abril, quem aplicou o dinheiro em fundos de ações de empresas de energia elétrica obteve o maior retorno ao investimento, de 27,23%. Em segundo lugar estão, exatamente, os trabalhadores que apostaram parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) nos fundos de privatização da Petrobras, com ganho nominal de 26,66%.


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Fundos de ações garantem rentabilidade real de 15,5%

Fernando Bortolin
Do Diário do Grande ABC

06/05/2006 | 08:27


As dúvidas em relação a reestruturação de cargos junto ao Banco Central – diante da posse de Guido Mantega em substituição de Antonio Palocci –, associado aos indicativos de que a fase de alta dos juros nos Estados Unidos, sinalizada pelo FED (Banco Central dos EUA) chegou ao fim, explicam o comportamento do mercado financeiro de abril, cujo ranking dos fundos mais rentáveis acabou ficando concentrado sobre aplicações indexadas aos papéis negociados em Bolsa de Valores.

Dos 44 fundos disponíveis na rede bancária, apenas sete ficaram no vermelho, com destaque para o prejuízo acarretado pelos cambiais (que aplicam na moeda norte-americana), com perdas de 3,29%. Já a família de fundos que investe exclusivamente em ações, composta por 17 tipos diferentes de ativos, rendeu bem. Todos premiaram os investidores com rentabilidades positivas em abril, entre a mínima de 3,50% e a máxima de 15,05%. Comparado ao IGP-M de -0,42% no mês, o ganho real oscilou entre 3,94% e 15,53%

O destaque de abril ficou com os fundos de Ações IBX Ativos com Alavancagem – que aplicam o dinheiro dos cotistas nos 100 papéis mais negociados diariamente na bolsa paulista. Na média, eles renderam 15,05%, bem acima dos fundos de privatização Petrobras-FGTS, com retorno de 10,78%. Vale destacar que os aplicadores neste ativo estão agindo de forma errada. Começaram a sacar os recursos num momento em que as ações da estatal (a Petrobras) estavam em baixa. Os dados mostram retiradas de R$ 37,5 milhões no mês passado. Se tivessem esperado até o fim do mês, teriam obtido os ganhos de fim de período.

No ano – De janeiro a abril, quem aplicou o dinheiro em fundos de ações de empresas de energia elétrica obteve o maior retorno ao investimento, de 27,23%. Em segundo lugar estão, exatamente, os trabalhadores que apostaram parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) nos fundos de privatização da Petrobras, com ganho nominal de 26,66%.

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