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Perícia conclui que Carla Cepollina entregou roupas erradas à polícia


Do Diário OnLine

06/10/2006 | 11:55


O IC (Instituto de Criminalística) concluiu que a advogada Carla Cepollina, 40 anos, acusada ter assassinado o namorado, o coronel Ubiratan Guimarães, entregou à polícia roupas diferentes das que usou no dia do crime.

No vídeo do circuito interno onde Carla mora, a advogada aparece com uma blusa branca, mas a peça entregue para a análise da perícia é preta. O laudo que comprova as trocas da blusa já foi entregue ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), que deve concluir todo o inquérito até a próxima quarta-feira.

Carla Cepollina foi a última pessoa a ser vista deixando o apartamento do coronel na noite em que ele foi assassinado. Apesar de já ter sido indiciada pela morte de Ubiratan, ela nega qualquer envolvimento no crime.

Ubiratan Guimarães foi morto, no dia 9 de setembro, com um tiro no abdômen dentro do apartamento onde morava, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Ele ficou conhecido por comandar, em 1992, a operação na Casa de Detenção que resultou na morte de 111 presos. O episódio foi chamado de Massacre do Carandiru.



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Perícia conclui que Carla Cepollina entregou roupas erradas à polícia

Do Diário OnLine

06/10/2006 | 11:55


O IC (Instituto de Criminalística) concluiu que a advogada Carla Cepollina, 40 anos, acusada ter assassinado o namorado, o coronel Ubiratan Guimarães, entregou à polícia roupas diferentes das que usou no dia do crime.

No vídeo do circuito interno onde Carla mora, a advogada aparece com uma blusa branca, mas a peça entregue para a análise da perícia é preta. O laudo que comprova as trocas da blusa já foi entregue ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), que deve concluir todo o inquérito até a próxima quarta-feira.

Carla Cepollina foi a última pessoa a ser vista deixando o apartamento do coronel na noite em que ele foi assassinado. Apesar de já ter sido indiciada pela morte de Ubiratan, ela nega qualquer envolvimento no crime.

Ubiratan Guimarães foi morto, no dia 9 de setembro, com um tiro no abdômen dentro do apartamento onde morava, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Ele ficou conhecido por comandar, em 1992, a operação na Casa de Detenção que resultou na morte de 111 presos. O episódio foi chamado de Massacre do Carandiru.

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