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Municipal terá quatro óperas

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Teatro paulistano lança programação para 2016
e abre venda de assinaturas para apresentações


Miriam Gimenes

21/12/2015 | 07:00


 Palco de grandes movimentos artísticos desde sua fundação (1911) – vide a Semana de Arte Moderna de 1922 –, o Theatro Municipal de São Paulo é um dos principais estandartes da cultura paulistana. É por isso que, mesmo em tempos de crise, a instituição segue com programação repleta de apresentações de qualidade, entre elas óperas, balés e concertos. E quem quiser garantir um lugar na plateia, as assinaturas – pacotes de ingressos – já estão à venda na bilheteria e no site www.theatromuncipal.org.br.

O maestro e diretor artístico do Municipal John Neshling diz que ainda que o orçamento seja conservador para 2016 – R$ 112 milhões –, a equipe do teatro buscou primar pela qualidade das apresentações. “Apesar das dificuldades de um período de crise, conseguimos fazer uma temporada muito interessante. Nunca abriremos mão da excelência do Theatro Municipal. Com limão, vamos fazer limonada”, garante. Segundo ele, os preços foram adaptados à realidade do País.

Serão quatro óperas e as apresentações terão início com La Bohème, de G. Puccini (30 de abril), seguida por Lady Macbeth de Mtsensk, de D. Shostakovich (julho), Elektra, de R. Strauss (outubro); e Fosca, de A. Carlos Gomes (dezembro).

Serão realizadas quatro temporadas do Balé da Cidade no palco do teatro, 21 concertos com a OSM (Orquestra Sinfônica Municipal – que inclui o Festival Beethoven em agosto e setembro) –, 14 apresentações da Orquestra Experimental de Repertório, 16 apresentações do Quarteto da Cidade, 31 do Coral Paulistano Mário de Andrade e cinco nas escadarias do municipal com Coro Lírico.

A previsão inicial era de que mais duas óperas integrariam a temporada: Don Carlo, de Verdi, e Il Trittico, de Puccini. Elas tiveram de ser cortadas por falta de verba. O diretor-geral da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, Paulo Dallari, garante que nenhuma obra mais será cancelada. “Fizemos um orçamento enxuto justamente para não termos mais cancelamentos na programação”, garante.

E este não foi o único problema que a instituição passou nos últimos meses: o ex-diretor José Luiz Herencia, que esteve à frente do municipal até o mês passado, está sendo investigado por suspeita de firmar contratos superfaturados durante sua gestão no teatro. Como as contas de 2015 não fechavam, a Controladoria-Geral do Município resolveu investigá-lo.

Theatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo). As assinaturas para temporada lírica variam de R$ 120 a R$ 640 com oito pacotes que incluem de duas a quatro óperas. Já para o Balé da Cidade varia de R$ 100 a R$ 360. As séries combinadas, com dois concertos, duas apresentações de balé e duas récitas de ópera variam de R$ 200 a R$ 600. Tel.: 3053-2098.



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Municipal terá quatro óperas

Teatro paulistano lança programação para 2016
e abre venda de assinaturas para apresentações

Miriam Gimenes

21/12/2015 | 07:00


 Palco de grandes movimentos artísticos desde sua fundação (1911) – vide a Semana de Arte Moderna de 1922 –, o Theatro Municipal de São Paulo é um dos principais estandartes da cultura paulistana. É por isso que, mesmo em tempos de crise, a instituição segue com programação repleta de apresentações de qualidade, entre elas óperas, balés e concertos. E quem quiser garantir um lugar na plateia, as assinaturas – pacotes de ingressos – já estão à venda na bilheteria e no site www.theatromuncipal.org.br.

O maestro e diretor artístico do Municipal John Neshling diz que ainda que o orçamento seja conservador para 2016 – R$ 112 milhões –, a equipe do teatro buscou primar pela qualidade das apresentações. “Apesar das dificuldades de um período de crise, conseguimos fazer uma temporada muito interessante. Nunca abriremos mão da excelência do Theatro Municipal. Com limão, vamos fazer limonada”, garante. Segundo ele, os preços foram adaptados à realidade do País.

Serão quatro óperas e as apresentações terão início com La Bohème, de G. Puccini (30 de abril), seguida por Lady Macbeth de Mtsensk, de D. Shostakovich (julho), Elektra, de R. Strauss (outubro); e Fosca, de A. Carlos Gomes (dezembro).

Serão realizadas quatro temporadas do Balé da Cidade no palco do teatro, 21 concertos com a OSM (Orquestra Sinfônica Municipal – que inclui o Festival Beethoven em agosto e setembro) –, 14 apresentações da Orquestra Experimental de Repertório, 16 apresentações do Quarteto da Cidade, 31 do Coral Paulistano Mário de Andrade e cinco nas escadarias do municipal com Coro Lírico.

A previsão inicial era de que mais duas óperas integrariam a temporada: Don Carlo, de Verdi, e Il Trittico, de Puccini. Elas tiveram de ser cortadas por falta de verba. O diretor-geral da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, Paulo Dallari, garante que nenhuma obra mais será cancelada. “Fizemos um orçamento enxuto justamente para não termos mais cancelamentos na programação”, garante.

E este não foi o único problema que a instituição passou nos últimos meses: o ex-diretor José Luiz Herencia, que esteve à frente do municipal até o mês passado, está sendo investigado por suspeita de firmar contratos superfaturados durante sua gestão no teatro. Como as contas de 2015 não fechavam, a Controladoria-Geral do Município resolveu investigá-lo.

Theatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo). As assinaturas para temporada lírica variam de R$ 120 a R$ 640 com oito pacotes que incluem de duas a quatro óperas. Já para o Balé da Cidade varia de R$ 100 a R$ 360. As séries combinadas, com dois concertos, duas apresentações de balé e duas récitas de ópera variam de R$ 200 a R$ 600. Tel.: 3053-2098.

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