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Família pede que ONG ligada ao PT pare de usar nome de Florestan



06/05/2006 | 00:44


Em um encontro com a direção do Instituto Florestan Fernandes, num escritório de advocacia de São Paulo, a família do sociólogo morto fez sexta-feira um pedido formal para que o nome da entidade seja trocado. O aviso foi dado pelo filho dele, o jornalista Florestan Jr., e ouvido pela presidente do instituto, Maria Teresa Augusti. Inconformado com o envolvimento da entidade – e, portanto, do nome de seu pai uma das figuras mais respeitadas da universidade brasileira – em suspeitas de irregularidades na gestão do PT em São Paulo, Florestan Jr. informou que a autorização concedida seis anos atrás não está valendo mais.

“Não queremos fazer prejulgamentos, se houve ou não irregularidades”, disse o jornalista. “Mas não é justo manter o nome dele misturado com essas denúncias. Queremos acabar com isso, em definitivo.”

O descontentamento da família, que já era antigo, piorou na semana passada com a decisão da Justiça de quebrar o sigilo bancário de várias ONGs e fundações ligadas à ex-prefeita Marta Suplicy – entre elas o IFF. Segundo denúncia do Ministério Público, essas organizações, cerca de 8 ou 9, teriam participado de uma forma irregular de terceirização de serviços, recebendo contratos ilícitos que chegariam, no total, a R$ 12,8 milhões.

A investigação começou em 2004 e já naquele ano virou tema de campanha contra o PT. “Minha mãe viveu momentos terríveis, ficava inconformada de ver o nome do marido envolvido em debates eleitorais na TV – e sem ninguém para defendê-lo”, diz Florestan Jr. Ele chegou a procurar o candidato tucano José Serra e pedir-lhe que evitasse citar o nome do instituto nas denúncias e debates.



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Família pede que ONG ligada ao PT pare de usar nome de Florestan


06/05/2006 | 00:44


Em um encontro com a direção do Instituto Florestan Fernandes, num escritório de advocacia de São Paulo, a família do sociólogo morto fez sexta-feira um pedido formal para que o nome da entidade seja trocado. O aviso foi dado pelo filho dele, o jornalista Florestan Jr., e ouvido pela presidente do instituto, Maria Teresa Augusti. Inconformado com o envolvimento da entidade – e, portanto, do nome de seu pai uma das figuras mais respeitadas da universidade brasileira – em suspeitas de irregularidades na gestão do PT em São Paulo, Florestan Jr. informou que a autorização concedida seis anos atrás não está valendo mais.

“Não queremos fazer prejulgamentos, se houve ou não irregularidades”, disse o jornalista. “Mas não é justo manter o nome dele misturado com essas denúncias. Queremos acabar com isso, em definitivo.”

O descontentamento da família, que já era antigo, piorou na semana passada com a decisão da Justiça de quebrar o sigilo bancário de várias ONGs e fundações ligadas à ex-prefeita Marta Suplicy – entre elas o IFF. Segundo denúncia do Ministério Público, essas organizações, cerca de 8 ou 9, teriam participado de uma forma irregular de terceirização de serviços, recebendo contratos ilícitos que chegariam, no total, a R$ 12,8 milhões.

A investigação começou em 2004 e já naquele ano virou tema de campanha contra o PT. “Minha mãe viveu momentos terríveis, ficava inconformada de ver o nome do marido envolvido em debates eleitorais na TV – e sem ninguém para defendê-lo”, diz Florestan Jr. Ele chegou a procurar o candidato tucano José Serra e pedir-lhe que evitasse citar o nome do instituto nas denúncias e debates.

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