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Estoril e Cidade da Criança frustram usuário


Verônica Fraidenraich
Do Diário do Grande ABC

22/02/2006 | 08:12


Além de não ter parques perto de casa, a população da periferia de São Bernardo também perdeu duas opções de lazer relativamente barato no município: os banhos e outras atividades náuticas no Parque Estoril, proibidos desde janeiro, e a Cidade da Criança, fechada há quatro meses para reforma.

Até o ano passado, mesmo com brinquedos que punham em risco a segurança dos usuários, a Cidade da Criança recebia cerca de 8,5 mil pessoas por mês. No início de fevereiro, a Prefeitura procurou os permissionários e deu prazo até começo de março para que os mesmos retirem os brinquedos e desocupem as lojas. Só depois é que devem ser iniciadas as obras, de acordo com a administração pública. “Nos ameaçaram dizendo que se não fizermos isso, eles mesmos levarão os produtos para depósito”, afirma Marco Antônio Aguilar, um dos permissionários.

Sala de Aula – A idéia da administração pública é tornar o lugar uma extensão da sala de aula, com atividades para os alunos da rede municipal de ensino. O custo da reforma está estimado entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões. O objetivo é receber 4 mil estudantes da rede pública municipal por dia, de segunda a sexta-feira, em atividades monitoradas nas três partes temáticas do parque: Espaço do Aprender; Espaço Ciência e Tecnologia e Espaço Natureza. Pelo menos parte do complexo deve ser entregue até o final do ano.

A interdição do parque ocorreu em outubro sem aviso prévio ou explicação aos usuários, dias depois de a Promotoria de Justiça do Ministério Público ter instaurado inquérito para investigar as condições de funcionamento do local.

Estoril – No Parque Estoril, o banho e uso de embarcações estão proibidos há cerca de um mês, de acordo com resolução baixada pela Prefeitura. A medida, com validade por tempo indeterminado, foi tomada após morte por afogamento de um usuário de pedalinho. A exceção, informou a Prefeitura, fica com o pedalinho, que poderá voltar a funcionar assim que a empresa regularizar a situação.


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Estoril e Cidade da Criança frustram usuário

Verônica Fraidenraich
Do Diário do Grande ABC

22/02/2006 | 08:12


Além de não ter parques perto de casa, a população da periferia de São Bernardo também perdeu duas opções de lazer relativamente barato no município: os banhos e outras atividades náuticas no Parque Estoril, proibidos desde janeiro, e a Cidade da Criança, fechada há quatro meses para reforma.

Até o ano passado, mesmo com brinquedos que punham em risco a segurança dos usuários, a Cidade da Criança recebia cerca de 8,5 mil pessoas por mês. No início de fevereiro, a Prefeitura procurou os permissionários e deu prazo até começo de março para que os mesmos retirem os brinquedos e desocupem as lojas. Só depois é que devem ser iniciadas as obras, de acordo com a administração pública. “Nos ameaçaram dizendo que se não fizermos isso, eles mesmos levarão os produtos para depósito”, afirma Marco Antônio Aguilar, um dos permissionários.

Sala de Aula – A idéia da administração pública é tornar o lugar uma extensão da sala de aula, com atividades para os alunos da rede municipal de ensino. O custo da reforma está estimado entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões. O objetivo é receber 4 mil estudantes da rede pública municipal por dia, de segunda a sexta-feira, em atividades monitoradas nas três partes temáticas do parque: Espaço do Aprender; Espaço Ciência e Tecnologia e Espaço Natureza. Pelo menos parte do complexo deve ser entregue até o final do ano.

A interdição do parque ocorreu em outubro sem aviso prévio ou explicação aos usuários, dias depois de a Promotoria de Justiça do Ministério Público ter instaurado inquérito para investigar as condições de funcionamento do local.

Estoril – No Parque Estoril, o banho e uso de embarcações estão proibidos há cerca de um mês, de acordo com resolução baixada pela Prefeitura. A medida, com validade por tempo indeterminado, foi tomada após morte por afogamento de um usuário de pedalinho. A exceção, informou a Prefeitura, fica com o pedalinho, que poderá voltar a funcionar assim que a empresa regularizar a situação.

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