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Em audiência, PMs defendem preso ferido na cabeça


Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

25/10/2012 | 07:00


Como era previsto, os policiais militares que participaram da ação no Jardim Santo André em fevereiro inocentaram o pedreiro Rogério do Amaral Góis, 39 anos, das acusações da tentativa de homicídio contra eles em audiência realizada ontem no Fórum da cidade. A juíza Milena Dias adiou novamente sua decisão para o dia 26 de novembro em razão da ausência de testemunhas.

Conforme revelado pelo Diário, Góis é acusado de tentar matar os policiais quando na verdade seria vítima de um assalto no dia 25 de fevereiro. Ao tentar chamar a atenção de viatura que estava parada, foi baleado na nuca por Daniel dos Santos Vieira, 32. Na reação, seu Escort branco recebeu 56 tiros. Um deles atingiu sua testa e a bala ficou alojada no cérebro. O pedreiro ficou com sequelas graves. Perdeu memória e parte da capacidade de fala. Agora, segundo a família, já consegue andar.

Os policiais envolvidos acreditam na inocência de Góis. E ontem relataram à juíza que não tinham como afirmar que ele estava armado ou que tenha disparado contra a viatura.

"Isso tudo é muito positivo", disse o advogado do pedreiro, Jeferson Antônio Galvão. "Ele (Góis) está caminhando para se livrar das acusações, mostrando que realmente não há nada que o ligue ao crime e que de fato era a vítima", completou.

Mesmo assim, Milena resolveu adiar a audiência devido à ausência do testemunho de Naílson Ferreira de Lima, 22, que estava com Góis no dia do crime e se mudou para o interior de Pernambuco após o incidente com medo da violência na região. Além disso, um dos quatro policiais militares envolvidos também não compareceu e será intimado novamente.

Foi o primeiro contato da juíza com o pedreiro, que viu os trabalhos junto de Vieira. O depoimento dos dois só será colhido após o das testemunhas. Galvão esclarece que após o TJ (Tribunal de Justiça) indeferir o pedido de habeas corpus, ele recorrerá ao STF (Superior Tribunal Federal), apenas se seu cliente não for solto.



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Em audiência, PMs defendem preso ferido na cabeça

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

25/10/2012 | 07:00


Como era previsto, os policiais militares que participaram da ação no Jardim Santo André em fevereiro inocentaram o pedreiro Rogério do Amaral Góis, 39 anos, das acusações da tentativa de homicídio contra eles em audiência realizada ontem no Fórum da cidade. A juíza Milena Dias adiou novamente sua decisão para o dia 26 de novembro em razão da ausência de testemunhas.

Conforme revelado pelo Diário, Góis é acusado de tentar matar os policiais quando na verdade seria vítima de um assalto no dia 25 de fevereiro. Ao tentar chamar a atenção de viatura que estava parada, foi baleado na nuca por Daniel dos Santos Vieira, 32. Na reação, seu Escort branco recebeu 56 tiros. Um deles atingiu sua testa e a bala ficou alojada no cérebro. O pedreiro ficou com sequelas graves. Perdeu memória e parte da capacidade de fala. Agora, segundo a família, já consegue andar.

Os policiais envolvidos acreditam na inocência de Góis. E ontem relataram à juíza que não tinham como afirmar que ele estava armado ou que tenha disparado contra a viatura.

"Isso tudo é muito positivo", disse o advogado do pedreiro, Jeferson Antônio Galvão. "Ele (Góis) está caminhando para se livrar das acusações, mostrando que realmente não há nada que o ligue ao crime e que de fato era a vítima", completou.

Mesmo assim, Milena resolveu adiar a audiência devido à ausência do testemunho de Naílson Ferreira de Lima, 22, que estava com Góis no dia do crime e se mudou para o interior de Pernambuco após o incidente com medo da violência na região. Além disso, um dos quatro policiais militares envolvidos também não compareceu e será intimado novamente.

Foi o primeiro contato da juíza com o pedreiro, que viu os trabalhos junto de Vieira. O depoimento dos dois só será colhido após o das testemunhas. Galvão esclarece que após o TJ (Tribunal de Justiça) indeferir o pedido de habeas corpus, ele recorrerá ao STF (Superior Tribunal Federal), apenas se seu cliente não for solto.

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