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Levi: ‘PHS só aceitará políticos sem mandato’


Juliana de Sordi Gattone
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:20


Presidente da Aliança Evangélica Brasileira, Levi Araújo assumiu, na última semana, o comando do diretório do PHS de Santo André com uma nova proposta. Ele não aceitará filiados que já tenham mandato. A promessa deverá atrair muitos líderes que na última eleição serviram apenas para impulsionar a reeleição de alguns vereadores.

“A oportunidade tem de ser igual para todos. Se isso acontecer é porque Levi saiu do PHS. Não vou enganar ninguém”, garantiu.

Levi Araújo, que já foi pastor da 1ª Igreja Batista de Santo André, afirma que será mais um tentando uma vaga na Câmara. “Vou disputar em igualdade com os demais candidatos do PHS”, avisa.

Dentre os projetos do novo presidente está os cursos de aperfeiçoamento. Segundo Levi, a intenção é preparar os candidatos para a vereança. “É preciso entender o que é o PHS, o Humanismo, a solidariedade e a política”, diz.

Hoje, o PHS tem cerca de 150 filiados. Mas o novo presidente parece não se abater com o número. “Isso é bom porque podemos começar do zero. Trazer pessoas engajadas nessa nova filosofia.”

Por isso, em outubro, ele pretende realizar a convenção. “Não quero deixar a executiva provisória por muito tempo. Quero legitimar o diretório”, afirma.

Saída do PT - Levi garante que deixou o Partido dos Trabalhadores sem traumas. Segundo ele, a saída era imprescindível para que a candidatura fosse viável.

“Grande parte do meu grupo não simpatiza com o PT e pediu, por diversas vezes, para que eu me desfiliasse. Acabei cedendo porque vislumbrei a chance de ser candidato”, afirma.

O presidente apenas lamenta ter de abandonar o projeto Cidade Futuro – Agenda do Milênio, conduzido pela Prefeitura de Santo André, do qual fazia parte.

“Saio do projeto para evitar que ele seja utilizado politicamente. As pessoas poderiam dizer: ‘Ah, então era isso’. E não era. Se eu sair candidato, posso prejudicá-lo. E o Cidade Futuro é maior do que qualquer coisa. Está acima de tudo”, justifica Levi. Lançado inicialmente em 1997, o projeto Cidade Futuro objetiva um capital social atuante, capaz de participar ativamente no planejamento da cidade em seus diversos níveis.


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Levi: ‘PHS só aceitará políticos sem mandato’

Juliana de Sordi Gattone
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:20


Presidente da Aliança Evangélica Brasileira, Levi Araújo assumiu, na última semana, o comando do diretório do PHS de Santo André com uma nova proposta. Ele não aceitará filiados que já tenham mandato. A promessa deverá atrair muitos líderes que na última eleição serviram apenas para impulsionar a reeleição de alguns vereadores.

“A oportunidade tem de ser igual para todos. Se isso acontecer é porque Levi saiu do PHS. Não vou enganar ninguém”, garantiu.

Levi Araújo, que já foi pastor da 1ª Igreja Batista de Santo André, afirma que será mais um tentando uma vaga na Câmara. “Vou disputar em igualdade com os demais candidatos do PHS”, avisa.

Dentre os projetos do novo presidente está os cursos de aperfeiçoamento. Segundo Levi, a intenção é preparar os candidatos para a vereança. “É preciso entender o que é o PHS, o Humanismo, a solidariedade e a política”, diz.

Hoje, o PHS tem cerca de 150 filiados. Mas o novo presidente parece não se abater com o número. “Isso é bom porque podemos começar do zero. Trazer pessoas engajadas nessa nova filosofia.”

Por isso, em outubro, ele pretende realizar a convenção. “Não quero deixar a executiva provisória por muito tempo. Quero legitimar o diretório”, afirma.

Saída do PT - Levi garante que deixou o Partido dos Trabalhadores sem traumas. Segundo ele, a saída era imprescindível para que a candidatura fosse viável.

“Grande parte do meu grupo não simpatiza com o PT e pediu, por diversas vezes, para que eu me desfiliasse. Acabei cedendo porque vislumbrei a chance de ser candidato”, afirma.

O presidente apenas lamenta ter de abandonar o projeto Cidade Futuro – Agenda do Milênio, conduzido pela Prefeitura de Santo André, do qual fazia parte.

“Saio do projeto para evitar que ele seja utilizado politicamente. As pessoas poderiam dizer: ‘Ah, então era isso’. E não era. Se eu sair candidato, posso prejudicá-lo. E o Cidade Futuro é maior do que qualquer coisa. Está acima de tudo”, justifica Levi. Lançado inicialmente em 1997, o projeto Cidade Futuro objetiva um capital social atuante, capaz de participar ativamente no planejamento da cidade em seus diversos níveis.

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