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Empresas se preocupam mais com os empregados


Cristiane Bomfim
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:17


As empresas estão mais preocupadas com a saúde e o bem-estar de seus funcionários. A oferta de benefícios além dos obrigatórios por lei, como o vale-transporte, e o investimento em programas de prevenção de doenças são práticas cada vez mais comuns. É o que aponta pesquisa realizada entre 140 empresas do Brasil pela Hewitt Consultoria em Recursos Humanos.

Os planos de saúde são benefícios recebidos por todos os empregados das empresas pesquisadas.

A assistência odontológica faz parte da política de 84% delas. De acordo com a diretora do núcleo de pesquisas de gestão de qualidade de vida no trabalho da USP, Ana Cristina Limongi-França, a tendência é investir mais em promoção de saúde.

“É preciso garantir a satisfação dos funcionários e diminuir os gastos. A prevenção é a melhor maneira para isso.”

No total, 50 das empresas entrevistadas oferecem algum programa de promoção de saúde. “Não é porque a empresa é boazinha, mas porque é mais barato prevenir do que ter um trabalhador doente e que não produz”, argumenta o professor de administração em recursos humanos da PUC (Pontifícia Universidade Católica) Jean Pierre Marras.

Essa mudança na postura das empresas tem sido gradual, segundo o professor. “Até a década de 1990, elas competiam para ver qual dava mais benefícios. Hoje isso é inviável e a briga é para baixar os custos.”

Com isso, as empresas tendem a otimizar seus gastos com benefícios que vão desde a assistência de saúde até o empréstimo de celulares e o subsídio de cursos. “O RH deve fazer um diagnóstico do perfil dos empregados, dos custos e da satisfação deles”, relata Ana Cristina.

Outros - Academia, medicina complementar (como shiatsu e acupuntura) e clube são vantagens ainda pouco oferecidas aos funcionários. Representam menos de 20%. “São válidos, mas não essenciais. Devem ser bem utilizados e acompanhados”, diz Ana Cristina.


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Empresas se preocupam mais com os empregados

Cristiane Bomfim
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:17


As empresas estão mais preocupadas com a saúde e o bem-estar de seus funcionários. A oferta de benefícios além dos obrigatórios por lei, como o vale-transporte, e o investimento em programas de prevenção de doenças são práticas cada vez mais comuns. É o que aponta pesquisa realizada entre 140 empresas do Brasil pela Hewitt Consultoria em Recursos Humanos.

Os planos de saúde são benefícios recebidos por todos os empregados das empresas pesquisadas.

A assistência odontológica faz parte da política de 84% delas. De acordo com a diretora do núcleo de pesquisas de gestão de qualidade de vida no trabalho da USP, Ana Cristina Limongi-França, a tendência é investir mais em promoção de saúde.

“É preciso garantir a satisfação dos funcionários e diminuir os gastos. A prevenção é a melhor maneira para isso.”

No total, 50 das empresas entrevistadas oferecem algum programa de promoção de saúde. “Não é porque a empresa é boazinha, mas porque é mais barato prevenir do que ter um trabalhador doente e que não produz”, argumenta o professor de administração em recursos humanos da PUC (Pontifícia Universidade Católica) Jean Pierre Marras.

Essa mudança na postura das empresas tem sido gradual, segundo o professor. “Até a década de 1990, elas competiam para ver qual dava mais benefícios. Hoje isso é inviável e a briga é para baixar os custos.”

Com isso, as empresas tendem a otimizar seus gastos com benefícios que vão desde a assistência de saúde até o empréstimo de celulares e o subsídio de cursos. “O RH deve fazer um diagnóstico do perfil dos empregados, dos custos e da satisfação deles”, relata Ana Cristina.

Outros - Academia, medicina complementar (como shiatsu e acupuntura) e clube são vantagens ainda pouco oferecidas aos funcionários. Representam menos de 20%. “São válidos, mas não essenciais. Devem ser bem utilizados e acompanhados”, diz Ana Cristina.

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