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CDHU terá nova cara no Grande ABC


Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

11/08/2007 | 07:05


As próximas moradias populares do Grande ABC terão cara nova. Quem está na fila por casas ou apartamentos da CDHU (Companhia do Desenvolvimento Habitacional e Urbano) terá uma surpresa ao receber a planta do imóvel, que conta agora com três dormitórios e projeto que prevê adoção de aquecimento solar e, talvez, reúso da água.

As mudanças chegarão a todos os municípios. Na região, os primeiros contemplados serão Mauá e Rio Grande da Serra, que juntos, terão 2.418 unidades já com a nova concepção. Um investimento de R$ 98 milhões.

As melhorias e modernizações programadas respeitam a legislação vigente, que exige medidas que proporcionem acesso de deficientes físicos a todas as áreas comuns e internas das construções. Condição inexistente nos conjuntos residenciais concluídos.

Em Santo André, os moradores dos conjuntos habitacionais do Estado têm de enfrentar vias de acesso aos apartamentos com mais de 200 degraus. De acordo com o ouvidor do CDHU, Marcelo Cintra, um problema que será sanado nas novas edificações, com elevadores e rampas.

“Ouvimos os pedidos das pessoas e tentamos incluí-los no projeto. As áreas molhadas (banheiro e cozinha) serão entregues com pisos e azulejos. Moradores também poderão usufruir de mais um cômodo, para dividir os filhos de sexos diferentes, por exemplo”, afirma Marcelo.

Urbanização - Mudanças estão programadas também para as áreas externas. Os espaços comuns deverão receber equipamentos de lazer, como quadras esportivas, pistas de skate e mesas de xadrez. O projeto quer criar, ainda, estacionamentos para bicicletas e vias destinadas a caminhadas.

“Nossa idéia é projetar atrações específicas para cada faixa etária. Para isso, programamos convênios com outras secretarias estaduais. O resultado favorecerá a comunidade, que terá direto a espaços destinados ao comércio.”

As lojas do conjunto Sacadura Cabral, de Santo André, servirão de exemplo. O dinheiro do aluguel dos comerciantes será revertido para a manutenção das obras.



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CDHU terá nova cara no Grande ABC

Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

11/08/2007 | 07:05


As próximas moradias populares do Grande ABC terão cara nova. Quem está na fila por casas ou apartamentos da CDHU (Companhia do Desenvolvimento Habitacional e Urbano) terá uma surpresa ao receber a planta do imóvel, que conta agora com três dormitórios e projeto que prevê adoção de aquecimento solar e, talvez, reúso da água.

As mudanças chegarão a todos os municípios. Na região, os primeiros contemplados serão Mauá e Rio Grande da Serra, que juntos, terão 2.418 unidades já com a nova concepção. Um investimento de R$ 98 milhões.

As melhorias e modernizações programadas respeitam a legislação vigente, que exige medidas que proporcionem acesso de deficientes físicos a todas as áreas comuns e internas das construções. Condição inexistente nos conjuntos residenciais concluídos.

Em Santo André, os moradores dos conjuntos habitacionais do Estado têm de enfrentar vias de acesso aos apartamentos com mais de 200 degraus. De acordo com o ouvidor do CDHU, Marcelo Cintra, um problema que será sanado nas novas edificações, com elevadores e rampas.

“Ouvimos os pedidos das pessoas e tentamos incluí-los no projeto. As áreas molhadas (banheiro e cozinha) serão entregues com pisos e azulejos. Moradores também poderão usufruir de mais um cômodo, para dividir os filhos de sexos diferentes, por exemplo”, afirma Marcelo.

Urbanização - Mudanças estão programadas também para as áreas externas. Os espaços comuns deverão receber equipamentos de lazer, como quadras esportivas, pistas de skate e mesas de xadrez. O projeto quer criar, ainda, estacionamentos para bicicletas e vias destinadas a caminhadas.

“Nossa idéia é projetar atrações específicas para cada faixa etária. Para isso, programamos convênios com outras secretarias estaduais. O resultado favorecerá a comunidade, que terá direto a espaços destinados ao comércio.”

As lojas do conjunto Sacadura Cabral, de Santo André, servirão de exemplo. O dinheiro do aluguel dos comerciantes será revertido para a manutenção das obras.

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