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Ronaldo vê PT de Diadema ensaiar chapa mista para 2020

Cotado a vice de Filippi no pleito do ano que vem, vereador prega diálogo: ‘Estou confiante’


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

04/11/2019 | 07:00


Cotado como candidato a vice na chapa a ser encabeçada pelo ex-prefeito de Diadema José de Filippi Júnior (PT), o vereador petista Ronaldo Lacerda vê movimento interno no partido para que a legenda dispute a sucessão do prefeito Lauro Michels (PV) com chapa mista, em vez de pura. 

Nos últimos dias, Ronaldo foi informado por Filippi sobre acenos que correligionários têm feito para que o PT vá às urnas no ano que vem com outro partido na vice, fortalecendo o projeto de tentativa de retomada da Prefeitura após oito anos fora do poder. Nessa linha, o petismo tem como aposta o também vereador Ricardo Yoshio (atualmente sem partido), que ensaia ser candidato a prefeito, mas que tem dialogado internamente com várias forças políticas da cidade. 

Ronaldo, que já avisou que não será candidato a vereador novamente, contemporizou o debate em torno de chapa mista. “Estamos discutindo chapa pura. Estou confiante na conversa que tive com as lideranças do partido (sobre acordo para sair candidato a vice de Filippi)”, minimizou o parlamentar, ao citar conversas com Filippi e com o presidente do PT paulista, o ex-prefeito de São Bernardo e também pré-candidato ao Paço, Luiz Marinho. 

Ronaldo e Filippi já protagonizaram disputa de forças no PT diademense. Nas eleições de 2018, os dois foram candidatos a deputado federal em um cenário de racha interno. Ambos saíram derrotados, embora o ex-prefeito tenha terminado o pleito como o mais votado no município para o posto. O parlamentar, então, partiu para a briga por candidatura a prefeito no PT, mas recentemente reconheceu que a divisão prejudicou a sigla e abriu mão para ser vice de Filippi. “Não quero ser um cara que vai criar problema para o partido. Tenho o meu tamanho e já mostrei isso”, frisou Ronaldo. 

Até as eleições de 2008, o PT sempre disputou a Prefeitura diademense com chapa pura. Naquele pleito, o petismo cedeu a vaga de vice para o PSC e garantiu a sucessão de Filippi logo no primeiro turno, com a dobrada entre o então deputado estadual Mário Reali (PT) e o ex-prefeito Gilson Menezes. A parceria foi reeditada nas eleições de 2012, mas foi derrotada por Lauro no segundo turno. 



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Ronaldo vê PT de Diadema ensaiar chapa mista para 2020

Cotado a vice de Filippi no pleito do ano que vem, vereador prega diálogo: ‘Estou confiante’

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

04/11/2019 | 07:00


Cotado como candidato a vice na chapa a ser encabeçada pelo ex-prefeito de Diadema José de Filippi Júnior (PT), o vereador petista Ronaldo Lacerda vê movimento interno no partido para que a legenda dispute a sucessão do prefeito Lauro Michels (PV) com chapa mista, em vez de pura. 

Nos últimos dias, Ronaldo foi informado por Filippi sobre acenos que correligionários têm feito para que o PT vá às urnas no ano que vem com outro partido na vice, fortalecendo o projeto de tentativa de retomada da Prefeitura após oito anos fora do poder. Nessa linha, o petismo tem como aposta o também vereador Ricardo Yoshio (atualmente sem partido), que ensaia ser candidato a prefeito, mas que tem dialogado internamente com várias forças políticas da cidade. 

Ronaldo, que já avisou que não será candidato a vereador novamente, contemporizou o debate em torno de chapa mista. “Estamos discutindo chapa pura. Estou confiante na conversa que tive com as lideranças do partido (sobre acordo para sair candidato a vice de Filippi)”, minimizou o parlamentar, ao citar conversas com Filippi e com o presidente do PT paulista, o ex-prefeito de São Bernardo e também pré-candidato ao Paço, Luiz Marinho. 

Ronaldo e Filippi já protagonizaram disputa de forças no PT diademense. Nas eleições de 2018, os dois foram candidatos a deputado federal em um cenário de racha interno. Ambos saíram derrotados, embora o ex-prefeito tenha terminado o pleito como o mais votado no município para o posto. O parlamentar, então, partiu para a briga por candidatura a prefeito no PT, mas recentemente reconheceu que a divisão prejudicou a sigla e abriu mão para ser vice de Filippi. “Não quero ser um cara que vai criar problema para o partido. Tenho o meu tamanho e já mostrei isso”, frisou Ronaldo. 

Até as eleições de 2008, o PT sempre disputou a Prefeitura diademense com chapa pura. Naquele pleito, o petismo cedeu a vaga de vice para o PSC e garantiu a sucessão de Filippi logo no primeiro turno, com a dobrada entre o então deputado estadual Mário Reali (PT) e o ex-prefeito Gilson Menezes. A parceria foi reeditada nas eleições de 2012, mas foi derrotada por Lauro no segundo turno. 

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