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Bo Xilai contesta acusações de suborno



22/08/2013 | 03:54


O ex-líder do Partido Comunista Chinês Bo Xilai contestou algumas acusações suborno no primeiro dia de seu julgamento, indicando que ele deve adotar um tom desafiador no Tribunal mesmo diante da expectativa de que seja condenado. A transcrição foi divulgada pelo Tribunal que julga o caso.

Durante o julgamento, realizado na cidade de Jinan, Bo negou ter recebido suborno de um empresário chinês. "Confessei estas coisas durante a investigação da Comissão Central de Inspeção Disciplinar", disse ele. "Mas na época eu não tinha conhecimento dos detalhes. Meu cérebro apagou".

Depois de negar o envolvimento, foi feita outra pergunta a Bo. "Será que Tang Xiaolin te deu dinheiro para que você desempenhasse um papel nesse esquema?". A resposta foi negativa.

"As declarações do réu são imprecisas. Vamos fornecer provas mais tarde", disse o promotor.

A promotoria insinuou que Bo recebeu 1,1 milhão de yuans (US$ 180 mil) em subornos de Tang, que foi gerente geral da Dalian International, uma empresa controlada pelo governo da cidade de Dalian, no nordeste da China. Bo foi prefeito de Dalian entre 1993 e 2000.

No total, Bo teria recebido 21,8 milhões de yuans como suborno da Dalian International Development e da Dalian Shide Group.

O líder comunista chinês também enfrenta acusações de corrupção e abuso de poder.

Em seu Twitter oficial, a emissora estatal China Central Television informou que um porta-voz do tribunal disse que as ações de Bo "causaram danos à sociedade e ao país."

Até o inicio de 2012, Bo era líder do Partido Comunista da parte ocidental de Chongqing. Ele foi afastado após ter sido acusado de interferir em uma investigação envolvendo a sua esposa, Gu Kallai. Ela foi condenada à morte pelo assassinato do britânico Neil Heywood em um hotel de Chongqing. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Bo Xilai contesta acusações de suborno


22/08/2013 | 03:54


O ex-líder do Partido Comunista Chinês Bo Xilai contestou algumas acusações suborno no primeiro dia de seu julgamento, indicando que ele deve adotar um tom desafiador no Tribunal mesmo diante da expectativa de que seja condenado. A transcrição foi divulgada pelo Tribunal que julga o caso.

Durante o julgamento, realizado na cidade de Jinan, Bo negou ter recebido suborno de um empresário chinês. "Confessei estas coisas durante a investigação da Comissão Central de Inspeção Disciplinar", disse ele. "Mas na época eu não tinha conhecimento dos detalhes. Meu cérebro apagou".

Depois de negar o envolvimento, foi feita outra pergunta a Bo. "Será que Tang Xiaolin te deu dinheiro para que você desempenhasse um papel nesse esquema?". A resposta foi negativa.

"As declarações do réu são imprecisas. Vamos fornecer provas mais tarde", disse o promotor.

A promotoria insinuou que Bo recebeu 1,1 milhão de yuans (US$ 180 mil) em subornos de Tang, que foi gerente geral da Dalian International, uma empresa controlada pelo governo da cidade de Dalian, no nordeste da China. Bo foi prefeito de Dalian entre 1993 e 2000.

No total, Bo teria recebido 21,8 milhões de yuans como suborno da Dalian International Development e da Dalian Shide Group.

O líder comunista chinês também enfrenta acusações de corrupção e abuso de poder.

Em seu Twitter oficial, a emissora estatal China Central Television informou que um porta-voz do tribunal disse que as ações de Bo "causaram danos à sociedade e ao país."

Até o inicio de 2012, Bo era líder do Partido Comunista da parte ocidental de Chongqing. Ele foi afastado após ter sido acusado de interferir em uma investigação envolvendo a sua esposa, Gu Kallai. Ela foi condenada à morte pelo assassinato do britânico Neil Heywood em um hotel de Chongqing. Fonte: Dow Jones Newswires.

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