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Júri popular decide hoje futuro de policiais militares

Os dois são acusados de participar de chacina no Jardim Sto.André em abril de 2011


Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

22/08/2013 | 07:00


Será conhecido hoje o veredicto do julgamento de dois policiais militares acusados de serem os responsáveis pela chacina de quatro jovens no Jardim Santo André, em abril de 2011. Os trabalhos serão reiniciados pela manhã, com o debate entre a promotora Natalie Riskalla Anchite e os advogados de defesa dos réus.

O julgamento começou com a oitiva do delegado Antônio Vital Barbosa, na época titular da Delegacia de Homicídios da cidade e responsável pelo inquérito que gerou a prisão dos dois soldados. Outros integrantes da corporação também foram ouvidos antes dos réus, Ronaldo dos Santos Ferreira e Ricardo Bernardo da Silva.

Ferreira, que na época trabalhava como mecânico na sede da PM (Polícia Militar) no Grande ABC, confirmou que tinha duas pistolas ponto 40, uma de serviço e outra particular, que alegou ter perdido no dia em que foi preso enquanto atendia o celular na Via Anchieta.

A oitiva de Bernardo foi o único momento de tensão durante o júri. Uma árdua discussão entre a promotora e seu advogado, Celso Machado Vendramini obrigou a juíza Milena Dias a suspender as atividades por cerca de uma hora para os ânimos se acalmarem.

Quando os trabalhos recomeçaram, Bernardo justificou que ficou surpreso ao saber que as cápsulas deflagradas de calibre 38, 380 e ponto 40 encontradas em sua casa foram identificadas pela perícia como as mesmas usadas na morte dos jovens, o que motivou sua prisão pela Polícia Civil. Segundo o soldado, o material seria recarregado para usar em uma arma particular que ele não tinha e compraria depois. 



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Júri popular decide hoje futuro de policiais militares

Os dois são acusados de participar de chacina no Jardim Sto.André em abril de 2011

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

22/08/2013 | 07:00


Será conhecido hoje o veredicto do julgamento de dois policiais militares acusados de serem os responsáveis pela chacina de quatro jovens no Jardim Santo André, em abril de 2011. Os trabalhos serão reiniciados pela manhã, com o debate entre a promotora Natalie Riskalla Anchite e os advogados de defesa dos réus.

O julgamento começou com a oitiva do delegado Antônio Vital Barbosa, na época titular da Delegacia de Homicídios da cidade e responsável pelo inquérito que gerou a prisão dos dois soldados. Outros integrantes da corporação também foram ouvidos antes dos réus, Ronaldo dos Santos Ferreira e Ricardo Bernardo da Silva.

Ferreira, que na época trabalhava como mecânico na sede da PM (Polícia Militar) no Grande ABC, confirmou que tinha duas pistolas ponto 40, uma de serviço e outra particular, que alegou ter perdido no dia em que foi preso enquanto atendia o celular na Via Anchieta.

A oitiva de Bernardo foi o único momento de tensão durante o júri. Uma árdua discussão entre a promotora e seu advogado, Celso Machado Vendramini obrigou a juíza Milena Dias a suspender as atividades por cerca de uma hora para os ânimos se acalmarem.

Quando os trabalhos recomeçaram, Bernardo justificou que ficou surpreso ao saber que as cápsulas deflagradas de calibre 38, 380 e ponto 40 encontradas em sua casa foram identificadas pela perícia como as mesmas usadas na morte dos jovens, o que motivou sua prisão pela Polícia Civil. Segundo o soldado, o material seria recarregado para usar em uma arma particular que ele não tinha e compraria depois. 

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