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Organização condena EUA por jogos e aposta na internet


Da AFP

30/03/2007 | 15:01


Os Estados Unidos foram novamente condenados na OMC (Organização Mundial do Comércio), desta vez pela Antígua e Barbuda, pelos entraves aos serviços de jogos e apostas na internet implantados no exterior.

Em um relatório de 50 páginas divulgada nesta sexta-feira, o guardião das trocas comerciais concluiu que os Estados Unidos não se ajustaram à sua decisão anterior de abril de 2005, que já condenava estes entraves.

A OMC havia dado até abril de 2006 a Washington para se ajustar a esta decisão, mas Antígua apresentou uma nova queixa na OMC em julho passado, dizendo que a primeira potência mundial não fez nada para modificar sua legislação.

O pequeno arquipélago, que tem inúmeros sites de jogos, considera que a legislação americana que proíbe os jogos de dinheiro na internet é contrária às regras da OMC.

Longe de adaptar à legislação, o presidente americano, George W. Bush, promulgou em outubro passado uma lei impedindo todos os jogos envolvendo dinheiro na rede. Porém, os especialistas julgaram esta lei dificilmente aplicável, porque milhões de americanos que apostam na internet continuam jogando nos cerca de 2 mil sites com sede dos EUA, quase sempre em paraísos fiscais.

Os americanos são os maiores jogadores do mundo: dos US$ 12 bilhões movimentados pelos jogos na internet, 80% vêem de jogadores americanos.

A nova lei responsabiliza os bancos se um cliente enviar dinheiro a um site de jogos, impedindo os americanos de usar sua carta de crédito para pagar uma aposta. Entretanto, não é proibido enviar dinheiro a um banco offshore e este banco reenviar o dinheiro a um site de jogos.



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Organização condena EUA por jogos e aposta na internet

Da AFP

30/03/2007 | 15:01


Os Estados Unidos foram novamente condenados na OMC (Organização Mundial do Comércio), desta vez pela Antígua e Barbuda, pelos entraves aos serviços de jogos e apostas na internet implantados no exterior.

Em um relatório de 50 páginas divulgada nesta sexta-feira, o guardião das trocas comerciais concluiu que os Estados Unidos não se ajustaram à sua decisão anterior de abril de 2005, que já condenava estes entraves.

A OMC havia dado até abril de 2006 a Washington para se ajustar a esta decisão, mas Antígua apresentou uma nova queixa na OMC em julho passado, dizendo que a primeira potência mundial não fez nada para modificar sua legislação.

O pequeno arquipélago, que tem inúmeros sites de jogos, considera que a legislação americana que proíbe os jogos de dinheiro na internet é contrária às regras da OMC.

Longe de adaptar à legislação, o presidente americano, George W. Bush, promulgou em outubro passado uma lei impedindo todos os jogos envolvendo dinheiro na rede. Porém, os especialistas julgaram esta lei dificilmente aplicável, porque milhões de americanos que apostam na internet continuam jogando nos cerca de 2 mil sites com sede dos EUA, quase sempre em paraísos fiscais.

Os americanos são os maiores jogadores do mundo: dos US$ 12 bilhões movimentados pelos jogos na internet, 80% vêem de jogadores americanos.

A nova lei responsabiliza os bancos se um cliente enviar dinheiro a um site de jogos, impedindo os americanos de usar sua carta de crédito para pagar uma aposta. Entretanto, não é proibido enviar dinheiro a um banco offshore e este banco reenviar o dinheiro a um site de jogos.

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