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Ônibus da região são mal avaliados


Bruno Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

30/03/2007 | 07:00


Os ônibus intermunicipais da região são os que estão em pior situação no Estado. É o que revelou quinta-feira a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), no anúncio dos resultados do IQT (Índice de Qualidade do Transporte), pesquisa anual que avalia todas as 69 empresas de coletivos intermunicipais das três regiões metropolitanas do Estado (São Paulo, Campinas e Baixada Santista).

O Grande ABC responde por um quinto da frota intermunicipal do Estado, mas concentrou 47% das falhas operacionais verificadas pela EMTU. Bancos sujos demais ou danificados, defeitos na parte elétrica dos veículos e programação horária que não é cumprida foram os principais problemas. Das 12 empresas que tiveram pior avaliação em relação à frota de ônibus em São Paulo, sete delas estão na região.

A nota mais alta que uma empresa do Grande ABC obteve foi 7,26 (numa escala de zero a dez). Foi a Vipe, de São Caetano, que ficou em 16º na colocação geral do Estado. A penúltima e a antepúltima empresas do ranking também são da região – Eaosa e Imigrantes. A Vipe atribui o resultado positivo a um programa de treinamento de funcionários para a satisfação do cliente, e também à renovação da frota. No ano passado, a empresa foi a 26ª colocada no ranking.

O IQT é um índice técnico que avalia quatro quesitos de qualidade. A da frota, baseada nas condições dos ônibus; a qualidade da operação, que verifica itens como atrasos nos ônibus; a econômico-financeira, focada nas contas da empresa, e, finalmente, a satisfação dos clientes. Este último índice é considerado o mais importante pelo secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella Pereira. “Temos a idéia no Brasil que o poder público é o chefe de tudo. Isso precisa ser mudado. A população é que tem de avaliar os serviços para basearmos nossas ações”.


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Ônibus da região são mal avaliados

Bruno Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

30/03/2007 | 07:00


Os ônibus intermunicipais da região são os que estão em pior situação no Estado. É o que revelou quinta-feira a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), no anúncio dos resultados do IQT (Índice de Qualidade do Transporte), pesquisa anual que avalia todas as 69 empresas de coletivos intermunicipais das três regiões metropolitanas do Estado (São Paulo, Campinas e Baixada Santista).

O Grande ABC responde por um quinto da frota intermunicipal do Estado, mas concentrou 47% das falhas operacionais verificadas pela EMTU. Bancos sujos demais ou danificados, defeitos na parte elétrica dos veículos e programação horária que não é cumprida foram os principais problemas. Das 12 empresas que tiveram pior avaliação em relação à frota de ônibus em São Paulo, sete delas estão na região.

A nota mais alta que uma empresa do Grande ABC obteve foi 7,26 (numa escala de zero a dez). Foi a Vipe, de São Caetano, que ficou em 16º na colocação geral do Estado. A penúltima e a antepúltima empresas do ranking também são da região – Eaosa e Imigrantes. A Vipe atribui o resultado positivo a um programa de treinamento de funcionários para a satisfação do cliente, e também à renovação da frota. No ano passado, a empresa foi a 26ª colocada no ranking.

O IQT é um índice técnico que avalia quatro quesitos de qualidade. A da frota, baseada nas condições dos ônibus; a qualidade da operação, que verifica itens como atrasos nos ônibus; a econômico-financeira, focada nas contas da empresa, e, finalmente, a satisfação dos clientes. Este último índice é considerado o mais importante pelo secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella Pereira. “Temos a idéia no Brasil que o poder público é o chefe de tudo. Isso precisa ser mudado. A população é que tem de avaliar os serviços para basearmos nossas ações”.

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