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Justiça condena membros do PCC por formação de quadrilha


Do Diário OnLine

16/03/2004 | 10:26


A Justiça de São Paulo proferiu na segunda-feira a primeira condenação contra dois membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) por formação de quadrilha. A sentença foi do juiz Pedro Luiz Aguirre Menin, da 14ª Vara Central.

Rosângela Aparecida Legramandi Peres, a Fia, foi condenada a cinco anos de prisão em regime fechado por formação de quadrilha. Apontada como a tesoureira do grupo, ela havia sido presa nas investigações sobre o assassinato do juiz-corregedor de Presidente Prudente, Antonio José Machado, determinado pela facção criminosa.

Já Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, foi condenado a três anos e seis meses de prisão. Ele é acusado de, mesmo preso, ter participado do assassinato do juiz-corregedor de Presidente Prudente. Ele é apontado como autor do bilhete apreendido por um agente penitenciário pelo qual era comunicada a morte do magistrado ao líder máximo do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.

A sentença é considerada importante porque é a primeira a reconhecer a existência do PCC. "Em sentença, é a primeira vez que o PCC é reconhecido como organização criminosa, o que aumenta a chance de os outros membros também serem condenados", afirma o promotor Márcio Christino, que fez a denúncia à Justiça em 2003.



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Justiça condena membros do PCC por formação de quadrilha

Do Diário OnLine

16/03/2004 | 10:26


A Justiça de São Paulo proferiu na segunda-feira a primeira condenação contra dois membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) por formação de quadrilha. A sentença foi do juiz Pedro Luiz Aguirre Menin, da 14ª Vara Central.

Rosângela Aparecida Legramandi Peres, a Fia, foi condenada a cinco anos de prisão em regime fechado por formação de quadrilha. Apontada como a tesoureira do grupo, ela havia sido presa nas investigações sobre o assassinato do juiz-corregedor de Presidente Prudente, Antonio José Machado, determinado pela facção criminosa.

Já Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, foi condenado a três anos e seis meses de prisão. Ele é acusado de, mesmo preso, ter participado do assassinato do juiz-corregedor de Presidente Prudente. Ele é apontado como autor do bilhete apreendido por um agente penitenciário pelo qual era comunicada a morte do magistrado ao líder máximo do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.

A sentença é considerada importante porque é a primeira a reconhecer a existência do PCC. "Em sentença, é a primeira vez que o PCC é reconhecido como organização criminosa, o que aumenta a chance de os outros membros também serem condenados", afirma o promotor Márcio Christino, que fez a denúncia à Justiça em 2003.

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