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Justiça pode quebrar sigilos de caso Ubiratan ainda hoje


Do Diário OnLine

13/09/2006 | 17:02


O Ministério Público de São Paulo analisa nesta quarta-feira o pedido feito pela Polícia Civil para a quebra de vários sigilos telefônicos como parte das investigações pela morte do coronel Ubiratan Guimarães, 63 anos, encontrado morto no último domingo. A decisão deve sair ainda hoje.

A polícia pediu a quebra dos sigilos telefônicos do próprio Ubiratan, de sua namorada, Carla Cepollina, da mãe dela, Liliana Prinzivalli, da delegada da Polícia Federal no Pará Renata Azevedo dos Santos Madi, amiga de Ubiratan, de um assessor do deputado e de um dos três filhos do coronel.

Segundo depoimento de Liliana à polícia, Carla Cepollina presenciou uma briga por telefone entre a delegada da PF e Ubiratan no dia de sua morte. Já Renata Azevedo, ouvida em Belém, contou que foi atendida pela namorada do coronel nas duas vezes em que ligou para o telefone celular dele: na primeira Carla disse que ele estava dormindo e, na segunda, que eles estavam brigando.

Carla Cepollina presta depoimento nesta quarta-feira no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) pela terceira vez. Na segunda, ela foi ouvida informalmente. Na terça, ela foi ouvida durante cerca de 13 horas.


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Justiça pode quebrar sigilos de caso Ubiratan ainda hoje

Do Diário OnLine

13/09/2006 | 17:02


O Ministério Público de São Paulo analisa nesta quarta-feira o pedido feito pela Polícia Civil para a quebra de vários sigilos telefônicos como parte das investigações pela morte do coronel Ubiratan Guimarães, 63 anos, encontrado morto no último domingo. A decisão deve sair ainda hoje.

A polícia pediu a quebra dos sigilos telefônicos do próprio Ubiratan, de sua namorada, Carla Cepollina, da mãe dela, Liliana Prinzivalli, da delegada da Polícia Federal no Pará Renata Azevedo dos Santos Madi, amiga de Ubiratan, de um assessor do deputado e de um dos três filhos do coronel.

Segundo depoimento de Liliana à polícia, Carla Cepollina presenciou uma briga por telefone entre a delegada da PF e Ubiratan no dia de sua morte. Já Renata Azevedo, ouvida em Belém, contou que foi atendida pela namorada do coronel nas duas vezes em que ligou para o telefone celular dele: na primeira Carla disse que ele estava dormindo e, na segunda, que eles estavam brigando.

Carla Cepollina presta depoimento nesta quarta-feira no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) pela terceira vez. Na segunda, ela foi ouvida informalmente. Na terça, ela foi ouvida durante cerca de 13 horas.

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