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Filippi aciona Taka por eventual omissão de gastos da campanha

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Para empreitada petista, pessedista não divulga dados corretos sobre volume de despesas em Diadema


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

26/11/2020 | 00:39


A empreitada majoritária do PT de Diadema, encabeçada pelo ex-prefeito José de Filippi Júnior, impetrou ação de investigação judicial no âmbito eleitoral contra o projeto do adversário do PSD, Taka Yamauchi, por omissão de gastos da campanha neste segundo turno do pleito. No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o valor declarado de despesas contratadas pelo pessedista atinge R$ 31,8 mil no período, volume que é contestado pelo rival, que anexou documentos na tentativa de comprovar eventuais irregularidades na prestação de contas.

“(Os gastos) Não espelham, de forma alguma, a vultosa campanha que se vê nas ruas e nas redes sociais, o que pode indicar omissão de despesas, ou a utilização de dinheiro não contabilizado”, diz trecho do processo protocolado pelo PT, que aponta também abuso dos meios de comunicação e do poder econômico. Em materiais impressos, a empreitada do PSD divulga quantia de R$ 29,5 mil, além de R$ 2.000 de impulsionamento de conteúdos e R$ 52 em encargos financeiros. O projeto de Taka angariou oficialmente até agora R$ 110 mil de arrecadação. Para dar dimensão aos números, a campanha petista registrou R$ 1,97 milhão de receita e R$ 967,3 mil em gastos.

Entre as medidas requeridas à 222ª Zona Eleitoral estão a abertura de apuração formal do caso e, ao fim, julgar procedente a representação cassando o registro de candidatura.As fotografias e filmagens anexadas, segundo a ação, “demonstram com muita clareza, o volume de campanha dos representados, que está muito além dos dispêndios financeiros declarados à Justiça Eleitoral e, principalmente, aos eleitores”. “É fato que pode ser constatado por oficial de Justiça, designado por este juízo (…) Desta feita, em garantia da lisura do pleito e, especialmente, da paridade de chances e oportunidades, devem os representados serem instados a comprovar, imediatamente, gastos compatíveis com as provas carreadas aos autos”, destaca o pedido, em outro trecho. O documento reconhece, contudo, que os representados podem lançar os gastos realizados após 20 de outubro apenas na prestação de contas final, desde que seguindo regras preestabelecidas.

A comunicação de Taka negou qualquer irregularidade na prestação de contas e denominou a ação encaminhada pelo PT como “desespero”. “Preliminarmente, a campanha tem a declarar que tão bom sinal quanto a receptividade vinda das ruas é o desespero petista às vésperas da eleição. Não há nenhuma irregularidade, omissão ou obscuridade em nossa campanha. A campanha não acabou e, por consequência, a prestação de contas muito menos. O PT procura nos medir com a régua deles, mas essa ação servirá para atestar a lisura de nossa campanha e que é possível se fazer mais com menos, inclusive, em campanha eleitoral.” 



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Filippi aciona Taka por eventual omissão de gastos da campanha

Para empreitada petista, pessedista não divulga dados corretos sobre volume de despesas em Diadema

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

26/11/2020 | 00:39


A empreitada majoritária do PT de Diadema, encabeçada pelo ex-prefeito José de Filippi Júnior, impetrou ação de investigação judicial no âmbito eleitoral contra o projeto do adversário do PSD, Taka Yamauchi, por omissão de gastos da campanha neste segundo turno do pleito. No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o valor declarado de despesas contratadas pelo pessedista atinge R$ 31,8 mil no período, volume que é contestado pelo rival, que anexou documentos na tentativa de comprovar eventuais irregularidades na prestação de contas.

“(Os gastos) Não espelham, de forma alguma, a vultosa campanha que se vê nas ruas e nas redes sociais, o que pode indicar omissão de despesas, ou a utilização de dinheiro não contabilizado”, diz trecho do processo protocolado pelo PT, que aponta também abuso dos meios de comunicação e do poder econômico. Em materiais impressos, a empreitada do PSD divulga quantia de R$ 29,5 mil, além de R$ 2.000 de impulsionamento de conteúdos e R$ 52 em encargos financeiros. O projeto de Taka angariou oficialmente até agora R$ 110 mil de arrecadação. Para dar dimensão aos números, a campanha petista registrou R$ 1,97 milhão de receita e R$ 967,3 mil em gastos.

Entre as medidas requeridas à 222ª Zona Eleitoral estão a abertura de apuração formal do caso e, ao fim, julgar procedente a representação cassando o registro de candidatura.As fotografias e filmagens anexadas, segundo a ação, “demonstram com muita clareza, o volume de campanha dos representados, que está muito além dos dispêndios financeiros declarados à Justiça Eleitoral e, principalmente, aos eleitores”. “É fato que pode ser constatado por oficial de Justiça, designado por este juízo (…) Desta feita, em garantia da lisura do pleito e, especialmente, da paridade de chances e oportunidades, devem os representados serem instados a comprovar, imediatamente, gastos compatíveis com as provas carreadas aos autos”, destaca o pedido, em outro trecho. O documento reconhece, contudo, que os representados podem lançar os gastos realizados após 20 de outubro apenas na prestação de contas final, desde que seguindo regras preestabelecidas.

A comunicação de Taka negou qualquer irregularidade na prestação de contas e denominou a ação encaminhada pelo PT como “desespero”. “Preliminarmente, a campanha tem a declarar que tão bom sinal quanto a receptividade vinda das ruas é o desespero petista às vésperas da eleição. Não há nenhuma irregularidade, omissão ou obscuridade em nossa campanha. A campanha não acabou e, por consequência, a prestação de contas muito menos. O PT procura nos medir com a régua deles, mas essa ação servirá para atestar a lisura de nossa campanha e que é possível se fazer mais com menos, inclusive, em campanha eleitoral.” 

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