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Abastecimento de água em Santo André é normalizado


Rodrigo Cipriano
Do Diário do Grande ABC

24/05/2005 | 07:48


O fornecimento de água em Santo André foi normalizado após seis dias de escassez. A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) manteve o aumento da vazão de água para a cidade e assegurou o funcionamento pleno dos 23 reservatórios da cidade. Na última quarta-feira, metade do município ficou com as torneiras secas, de acordo com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

A situação dos reservatórios da cidade começou a melhorar na sexta-feira, quando a Sabesp manteve uma vazão média de 2.019 litros de água para Santo André. No fim de semana, o volume de água entregue permaneceu na casa dos 2 mil litros por segundo. Nesta segunda-feira, a vazão média voltou a cair. Ficou em 1,8 mil litros por segundo, mas não prejudicou a distribuição do Semasa. No início da semana passada, no auge da crise, a vazão chegou a 950 litros por segundo.

Santo André, assim como Diadema e Mauá, questionam na Justiça o valor pelo litro da água cobrado pela Sabesp. Em vez dos R$ 0,90 exigidos, as cidades pagam em juízo a quantia de R$ 0,39. A Sabesp garante que a escassez que atingiu Santo André não foi uma represália por conta da briga judicial. Durante a crise, os bairros da cidade mais afetados foram os parques Novo Oratório, Erasmo Assunção, Miami, Capuava; jardins Bela Vista, Cristiane, Ana Maria, Stela, Bom Pastor; vilas Scarpelli, Alzira, Helena; e bairros Paraíso, Pinheirinho, Silveira.



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Abastecimento de água em Santo André é normalizado

Rodrigo Cipriano
Do Diário do Grande ABC

24/05/2005 | 07:48


O fornecimento de água em Santo André foi normalizado após seis dias de escassez. A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) manteve o aumento da vazão de água para a cidade e assegurou o funcionamento pleno dos 23 reservatórios da cidade. Na última quarta-feira, metade do município ficou com as torneiras secas, de acordo com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

A situação dos reservatórios da cidade começou a melhorar na sexta-feira, quando a Sabesp manteve uma vazão média de 2.019 litros de água para Santo André. No fim de semana, o volume de água entregue permaneceu na casa dos 2 mil litros por segundo. Nesta segunda-feira, a vazão média voltou a cair. Ficou em 1,8 mil litros por segundo, mas não prejudicou a distribuição do Semasa. No início da semana passada, no auge da crise, a vazão chegou a 950 litros por segundo.

Santo André, assim como Diadema e Mauá, questionam na Justiça o valor pelo litro da água cobrado pela Sabesp. Em vez dos R$ 0,90 exigidos, as cidades pagam em juízo a quantia de R$ 0,39. A Sabesp garante que a escassez que atingiu Santo André não foi uma represália por conta da briga judicial. Durante a crise, os bairros da cidade mais afetados foram os parques Novo Oratório, Erasmo Assunção, Miami, Capuava; jardins Bela Vista, Cristiane, Ana Maria, Stela, Bom Pastor; vilas Scarpelli, Alzira, Helena; e bairros Paraíso, Pinheirinho, Silveira.

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