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‘O Jardim de D.João’ é pesquisa carinhosa


Melina Dias
Do Diário do Grande ABC

27/01/2008 | 07:12


Escolha o parque mais próximo para ler O Jardim de D.João (Casa da Palavra/Dona Rosa Produções, 176 págs., R$ 58). A caprichada edição da autora Rosa Nepomuceno conta em linguagem direta, mas carinhosa, a história de dois séculos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um patrimônio nacional.

A jornalista, paulista de Botucatu radicada no Rio, é vizinha da área verde. Viu sua filha correr pelas alamedas, e agora lá passeia com a neta. Dessa (con)vivência vem a alma do livro, fruto de séria pesquisa. O resultado agrada de botânicos aos que simplesmente adoram plantas.

Rosa dividiu o livro, ilustrado com fotos de Alexandre Sant’Anna, em quatro seções. Depois do prefácio da historiadora Isabel Lustosa e da apresentação, ela parte para a relação entre o nascimento do jardim e as especiarias (a fazenda seria a princípio uma fábrica de pólvora e artilharia para proteção do rei).

Esclarecida como se deu a delimitação do espaço, começa a composição do acervo botânico. O que hoje causaria arrepios aos ambientalistas, a chamada biopirataria, foi verdadeira ‘arte’ por décadas.

Vários jardins, como o do Rio, foram formados no País por ordem da Coroa. Assim chegaram ao Brasil, vindas da Ásia, espécies como as de jaca, manga, lichia, tamarindo... Até as ‘morenas jambo’ devem o título a dom João. A espécie também foi importada (de Málaca, na Indonésia), nas pioneiras remessas a partir de 1810.

A indicação de três roteiros de visita ao Jardim Botânico fecha de forma intimista o volume: “um para encontrar os amigos, outro para meditar e o terceiro, perfumado a cravo e canela, para ver as especiarias.”


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‘O Jardim de D.João’ é pesquisa carinhosa

Melina Dias
Do Diário do Grande ABC

27/01/2008 | 07:12


Escolha o parque mais próximo para ler O Jardim de D.João (Casa da Palavra/Dona Rosa Produções, 176 págs., R$ 58). A caprichada edição da autora Rosa Nepomuceno conta em linguagem direta, mas carinhosa, a história de dois séculos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um patrimônio nacional.

A jornalista, paulista de Botucatu radicada no Rio, é vizinha da área verde. Viu sua filha correr pelas alamedas, e agora lá passeia com a neta. Dessa (con)vivência vem a alma do livro, fruto de séria pesquisa. O resultado agrada de botânicos aos que simplesmente adoram plantas.

Rosa dividiu o livro, ilustrado com fotos de Alexandre Sant’Anna, em quatro seções. Depois do prefácio da historiadora Isabel Lustosa e da apresentação, ela parte para a relação entre o nascimento do jardim e as especiarias (a fazenda seria a princípio uma fábrica de pólvora e artilharia para proteção do rei).

Esclarecida como se deu a delimitação do espaço, começa a composição do acervo botânico. O que hoje causaria arrepios aos ambientalistas, a chamada biopirataria, foi verdadeira ‘arte’ por décadas.

Vários jardins, como o do Rio, foram formados no País por ordem da Coroa. Assim chegaram ao Brasil, vindas da Ásia, espécies como as de jaca, manga, lichia, tamarindo... Até as ‘morenas jambo’ devem o título a dom João. A espécie também foi importada (de Málaca, na Indonésia), nas pioneiras remessas a partir de 1810.

A indicação de três roteiros de visita ao Jardim Botânico fecha de forma intimista o volume: “um para encontrar os amigos, outro para meditar e o terceiro, perfumado a cravo e canela, para ver as especiarias.”

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