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Iveco triplica produção de caminhões em Sete Lagoas


Wagner Oliveira
Enviado a Sete Lagoas

19/09/2009 | 07:00


A Iveco deu mais um salto em seu plano de expansão no Brasil e América Latina ao inaugurar nesta semana nova unidade de produções de caminhões pesados e semipesados em seu complexo industrial de Sete Lagoas (distante 80 quilômetros de Belo Horizonte). Com aplicação de R$ 80 milhões, a empresa do grupo Fiat triplica sua capacidade produtiva, saindo de 6.000 para 20 mil caminhões ao ano.

"Este investimento reforça nossa intenção de colocar a Iveco entre as montadoras líderes do mercado de caminhão no Brasil", afirmou Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America.

A montadora apresentou também nova família de caminhão, o Cursor, posicionado entre os veículos de até 45 PBT (Peso Total Bruto), com preço estimado em R$ 220 mil, a versão mais completa.

Em nove anos atuando no Brasil, a empresa mais que dobrou sua capacidade produtiva global, passando de 27 mil unidades para 70 mil. A Iveco, que não tinha participação no mercado, atualmente detém 8% de market share, segundo a própria empresa.

Além do Cursor, a nova unidade produz as famílias de pesados Stralis e Trakker, além dos semipesados Tector e Eurocargo, com BTP acima de 16 toneladas. Em todo o complexo, são industrializados ainda os caminhões leves Dayli e o Ducato (Fiat). No local também funciona a fábrica de motores diesel operada pela FTP, outra unidade do grupo Fiat.

Marco Mazzu afirmou que a nova unidade é mais etapa no plano de investimento de R$ 570 milhões da Iveco no Brasil entre 2007 e 2011.

Neste montante estão incluídos o novo centro de distribuição de peças, que está sendo construído em Sorocaba, e o centro de desenvolvimento de novos caminhões, que já está em operação em Sete Lagoas. Um dos primeiros trabalhos deste centro foi o desenvolvimento do Cursor, derivado do antigo modelo Cavallino, que, por enquanto, continua no portfólio de vendas.

"Não deixamos de acreditar no mercado brasileiro nem mesmo com a crise econômica mundial, que atingiu forte nosso setor. Ninguém cresceu tão rápido como a Iveco no Brasil, que é um dos mercados mais disputados do mundo", disse Mazzu, ressaltando que a montadora saiu de 49 concessionárias, em 2006, para 89 revendas neste ano. Daqui por diante, a meta é abrir uma nova casa por mês.



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Iveco triplica produção de caminhões em Sete Lagoas

Wagner Oliveira
Enviado a Sete Lagoas

19/09/2009 | 07:00


A Iveco deu mais um salto em seu plano de expansão no Brasil e América Latina ao inaugurar nesta semana nova unidade de produções de caminhões pesados e semipesados em seu complexo industrial de Sete Lagoas (distante 80 quilômetros de Belo Horizonte). Com aplicação de R$ 80 milhões, a empresa do grupo Fiat triplica sua capacidade produtiva, saindo de 6.000 para 20 mil caminhões ao ano.

"Este investimento reforça nossa intenção de colocar a Iveco entre as montadoras líderes do mercado de caminhão no Brasil", afirmou Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America.

A montadora apresentou também nova família de caminhão, o Cursor, posicionado entre os veículos de até 45 PBT (Peso Total Bruto), com preço estimado em R$ 220 mil, a versão mais completa.

Em nove anos atuando no Brasil, a empresa mais que dobrou sua capacidade produtiva global, passando de 27 mil unidades para 70 mil. A Iveco, que não tinha participação no mercado, atualmente detém 8% de market share, segundo a própria empresa.

Além do Cursor, a nova unidade produz as famílias de pesados Stralis e Trakker, além dos semipesados Tector e Eurocargo, com BTP acima de 16 toneladas. Em todo o complexo, são industrializados ainda os caminhões leves Dayli e o Ducato (Fiat). No local também funciona a fábrica de motores diesel operada pela FTP, outra unidade do grupo Fiat.

Marco Mazzu afirmou que a nova unidade é mais etapa no plano de investimento de R$ 570 milhões da Iveco no Brasil entre 2007 e 2011.

Neste montante estão incluídos o novo centro de distribuição de peças, que está sendo construído em Sorocaba, e o centro de desenvolvimento de novos caminhões, que já está em operação em Sete Lagoas. Um dos primeiros trabalhos deste centro foi o desenvolvimento do Cursor, derivado do antigo modelo Cavallino, que, por enquanto, continua no portfólio de vendas.

"Não deixamos de acreditar no mercado brasileiro nem mesmo com a crise econômica mundial, que atingiu forte nosso setor. Ninguém cresceu tão rápido como a Iveco no Brasil, que é um dos mercados mais disputados do mundo", disse Mazzu, ressaltando que a montadora saiu de 49 concessionárias, em 2006, para 89 revendas neste ano. Daqui por diante, a meta é abrir uma nova casa por mês.

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