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Governo tenta se eximir de culpa por remédios vencidos



06/07/2005 | 00:27


O ministro da Saúde, Humberto Costa, procurou se eximir de qualquer responsabilidade pelo fato de o governo ter deixado vencer o prazo de validade de remédios em seu estoque. O estoque estragado soma mais de R$ 16 milhões e boa parte dos remédios é usada no tratamento de pacientes com HIV. Costa retomou o discurso da "herança maldita" e culpou o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que teria comprado remédios "em quantidades que superaram as necessidades da rede pública".

A maioria dos medicamentos estragados, avaliada em R$ 14 milhões, foi comprada durante o governo anterior. Dos 18 tipos de remédio, porém, 14 perderam a validade a partir de 2003, quando Humberto Costa já estava à frente ministério e poderia ter evitado os desperdícios. Ele limitou-se a dizer que só soube da situação no ano passado, por um levantamento do próprio ministério. Quatro remédios, porém, venceram neste ano, dois deles em maio, sem que fossem distribuídos.

O diretor-adjunto do Programa Nacional de DST-Aids, Ricardo Marins, considera pequena a perda de R$ 16 milhões. "Não é justificável. Temos de trabalhar com perda zero. Mas o valor de R$ 16 milhões é muito pequeno diante do que movimentamos anualmente", afirmou Marins.



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Governo tenta se eximir de culpa por remédios vencidos


06/07/2005 | 00:27


O ministro da Saúde, Humberto Costa, procurou se eximir de qualquer responsabilidade pelo fato de o governo ter deixado vencer o prazo de validade de remédios em seu estoque. O estoque estragado soma mais de R$ 16 milhões e boa parte dos remédios é usada no tratamento de pacientes com HIV. Costa retomou o discurso da "herança maldita" e culpou o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que teria comprado remédios "em quantidades que superaram as necessidades da rede pública".

A maioria dos medicamentos estragados, avaliada em R$ 14 milhões, foi comprada durante o governo anterior. Dos 18 tipos de remédio, porém, 14 perderam a validade a partir de 2003, quando Humberto Costa já estava à frente ministério e poderia ter evitado os desperdícios. Ele limitou-se a dizer que só soube da situação no ano passado, por um levantamento do próprio ministério. Quatro remédios, porém, venceram neste ano, dois deles em maio, sem que fossem distribuídos.

O diretor-adjunto do Programa Nacional de DST-Aids, Ricardo Marins, considera pequena a perda de R$ 16 milhões. "Não é justificável. Temos de trabalhar com perda zero. Mas o valor de R$ 16 milhões é muito pequeno diante do que movimentamos anualmente", afirmou Marins.

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