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Brasil faz restriçoes no Fórum da Agua na Holanda


Do Diário do Grande ABC

22/03/2000 | 11:18


O Brasil deu o tom à reuniao de encerramento da conferência ministerial, no Fórum Mundial da Agua, nesta quarta-feira, em Haia, na Holanda. Em nome do Brasil, Costa Rica, Paraguai e Uruguai, o embaixador brasileiro na Holanda, Affonso de Alencastro Massot, fez restriçoes ao texto da declaraçao final, adotada por aclamaçao pelos ministros presentes.

"Ressaltamos a importância deste fórum para a conscientizaçao da humanidade e de cada país em relaçao à água e assuntos correlatos, mas os documentos anexados à declaraçao - Vision for Action e Framework for Action - sao documentos elaborados por uma base diversificada de empresas, organizaçoes nao-governamentais e particulares, aos quais os governos só tiveram acesso no domingo, sem tempo para as discussoes necessárias", explicou Massot.

Nas restriçoes expressas entregues à presidente da sessao, a ministra holandesa do desenvolvimento e Cooperaçao, Eveline Herfkens, o Brasil reitera que o texto da Agenda 21 se sobrepoe ao desta declaraçao de Haia, por ter sido exaustivamente discutido e assinado pela unanimidade dos chefes de governo presentes à Rio-92.

"O texto dos dois documentos anexados à declaraçao de Haia contém imprecisoes e por isso nao podem ser aceitas todas as análises, propostas e sugestoes ali contidas", disse Massot, no plenário, sem alterar a voz.

A ministra holandesa cortou a palavra de Massot diversas vezes, mas acabou anexando as restriçoes ao documento final.

"Achamos importante reforçar a Agenda 21 e sua implementaçao, sem fechar as portas a iniciativas - como este fórum promovido pela Holanda - para melhorar a condiçao do ser humano", acrescentou o embaixador.

"Uma conferência de governos deve prever tempo para os delegados falarem, nao apenas ver e ouvir".



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Brasil faz restriçoes no Fórum da Agua na Holanda

Do Diário do Grande ABC

22/03/2000 | 11:18


O Brasil deu o tom à reuniao de encerramento da conferência ministerial, no Fórum Mundial da Agua, nesta quarta-feira, em Haia, na Holanda. Em nome do Brasil, Costa Rica, Paraguai e Uruguai, o embaixador brasileiro na Holanda, Affonso de Alencastro Massot, fez restriçoes ao texto da declaraçao final, adotada por aclamaçao pelos ministros presentes.

"Ressaltamos a importância deste fórum para a conscientizaçao da humanidade e de cada país em relaçao à água e assuntos correlatos, mas os documentos anexados à declaraçao - Vision for Action e Framework for Action - sao documentos elaborados por uma base diversificada de empresas, organizaçoes nao-governamentais e particulares, aos quais os governos só tiveram acesso no domingo, sem tempo para as discussoes necessárias", explicou Massot.

Nas restriçoes expressas entregues à presidente da sessao, a ministra holandesa do desenvolvimento e Cooperaçao, Eveline Herfkens, o Brasil reitera que o texto da Agenda 21 se sobrepoe ao desta declaraçao de Haia, por ter sido exaustivamente discutido e assinado pela unanimidade dos chefes de governo presentes à Rio-92.

"O texto dos dois documentos anexados à declaraçao de Haia contém imprecisoes e por isso nao podem ser aceitas todas as análises, propostas e sugestoes ali contidas", disse Massot, no plenário, sem alterar a voz.

A ministra holandesa cortou a palavra de Massot diversas vezes, mas acabou anexando as restriçoes ao documento final.

"Achamos importante reforçar a Agenda 21 e sua implementaçao, sem fechar as portas a iniciativas - como este fórum promovido pela Holanda - para melhorar a condiçao do ser humano", acrescentou o embaixador.

"Uma conferência de governos deve prever tempo para os delegados falarem, nao apenas ver e ouvir".

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