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Confiança da indústria atinge maior nível desde outubro de 2004


Do Diário OnLine

30/03/2007 | 12:46


O ICI (Índice de Confiança da Indústria) subiu 4,7% em março na comparação com fevereiro, segundo números divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). A taxa passou de 110,7 pontos para 115,8, o maior patamar desde outubro de 2004. Em relação ao mesmo mês no ano passado, a alta foi de 9%.

Houve melhora tanto nas avaliações a respeito do momento presente quanto nas expectativas em relação aos próximos meses. Entre fevereiro e março, o Índice da Situação Atual subiu de 118 para 120,8, e o Índice de Expectativas elevou-se de 103,5 para 110,8.

Entre os quesitos integrantes do ICI relacionados ao presente, o maior avanço ocorreu na avaliação feita a respeito da demanda global. A proporção de empresas que avaliam o nível atual como forte aumentou de 20% para 27%, enquanto a parcela das que o avaliam como fraca caiu de 8% para 10%.

No Índice de Expectativas, a maior alta ocorreu nas previsões relativas à produção nos próximos seis meses. Houve aumento de 50% para 58% na parcela de empresas que prevêem expansão. Mas a proporção das que projetam piora subiu de 4% para 5%.

O resultado foi apurado com base em dados coletados no período de 1 a 26 de março, com 1.056 empresas.


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Confiança da indústria atinge maior nível desde outubro de 2004

Do Diário OnLine

30/03/2007 | 12:46


O ICI (Índice de Confiança da Indústria) subiu 4,7% em março na comparação com fevereiro, segundo números divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). A taxa passou de 110,7 pontos para 115,8, o maior patamar desde outubro de 2004. Em relação ao mesmo mês no ano passado, a alta foi de 9%.

Houve melhora tanto nas avaliações a respeito do momento presente quanto nas expectativas em relação aos próximos meses. Entre fevereiro e março, o Índice da Situação Atual subiu de 118 para 120,8, e o Índice de Expectativas elevou-se de 103,5 para 110,8.

Entre os quesitos integrantes do ICI relacionados ao presente, o maior avanço ocorreu na avaliação feita a respeito da demanda global. A proporção de empresas que avaliam o nível atual como forte aumentou de 20% para 27%, enquanto a parcela das que o avaliam como fraca caiu de 8% para 10%.

No Índice de Expectativas, a maior alta ocorreu nas previsões relativas à produção nos próximos seis meses. Houve aumento de 50% para 58% na parcela de empresas que prevêem expansão. Mas a proporção das que projetam piora subiu de 4% para 5%.

O resultado foi apurado com base em dados coletados no período de 1 a 26 de março, com 1.056 empresas.

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