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Orosco deixa Sandra desconfortável no PMDB

Crítica do dirigente à vereadora fortalece plano B da peemedebista caso Vanessa desista do páreo


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/02/2016 | 07:00


Críticas feitas pelo presidente do PMDB de Mauá, José Calos Orosco Júnior, para a vereadora do partido Sandra Vieira tem deixado a parlamentar desconfortável na legenda.

Na semana passada, Orosco disse ao Diário que Sandra “faz joguinho para se valorizar” dentro do partido quando cogitou se filiar em outra sigla caso a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) desista da disputa majoritária de outubro. A peemedebista disse priorizar reeleição à vereança e apoio à deputada, mas não descartou adesão à campanha do prefeito Donisete Braga (PT). Nos bastidores, a peemedebista é tida como possível parceira de chapa do petista. Para isso, migraria para o PSB, que hoje vive dilema sobre se apoia o PT ou filia o deputado estadual Atila Jacomussi (PCdoB).

Incomodada nos bastidores, publicamente Sandra buscou amenizar a situação. “Eu estou bem no PMDB e gosto do partido. Conversei com a Vanessa e com o Leonel (Damo, ex-prefeito e pai da parlamentar) e eles não demonstraram incômodo com nada”, ponderou Sandra, ao ressaltar, porém, que tem boa relação com os socialistas e que já recebeu convites do PTdoB e do PSDB.

O PMDB já assegurou que Vanessa voltará a disputar o Paço de Mauá. Nos bastidores, ventila-se que a parlamentar poderia desistir da corrida para se dedicar ao mandato na Assembleia Legislativa e às duas filhas (uma recém-nascida).

Para evitar debandada de aliados às vésperas da janela partidária (período para que vereadores troquem de partido sem correr o risco de perder o mandato), Vanessa chegou a reunir os peemedebistas para garantir que vai figurar as urnas em outubro. Além de Sandra, o partido conta com o vereador Jair da Farmácia, que também estaria procurando plano B caso a deputada decida não participar do pleito. 

Governistas voltam a derrubar vetos de Donisete

A base governista em Mauá voltou a derrubar vetos do prefeito Donisete Braga (PT) a projetos considerados inconstitucionais. Na sessão de ontem, os parlamentares reverteram a decisão do petista de barrar quatro propostas e avalizaram as medidas. 

Um dos projetos é de autoria do vereador Admir Jacomussi (PRP), pai do deputado estadual e pré-candidato oposicionista ao Paço Atila Jacomussi (PCdoB), que estipula prazo para a emissão de alvarás de construção e de habite-se às construções particulares. 

Embora da base de sustentação ao governo, parlamentares já haviam derrubado vetos de Donisete a projetos enquadrados como vício de iniciativa, ou seja, que geram custos ao erário – competência exclusiva do Executivo. Por conta disso, o prefeito anunciou que entrou na Justiça com Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) para tentar revogar as medidas vetadas que, posteriormente, foram promulgadas pela Câmara.



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Orosco deixa Sandra desconfortável no PMDB

Crítica do dirigente à vereadora fortalece plano B da peemedebista caso Vanessa desista do páreo

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/02/2016 | 07:00


Críticas feitas pelo presidente do PMDB de Mauá, José Calos Orosco Júnior, para a vereadora do partido Sandra Vieira tem deixado a parlamentar desconfortável na legenda.

Na semana passada, Orosco disse ao Diário que Sandra “faz joguinho para se valorizar” dentro do partido quando cogitou se filiar em outra sigla caso a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) desista da disputa majoritária de outubro. A peemedebista disse priorizar reeleição à vereança e apoio à deputada, mas não descartou adesão à campanha do prefeito Donisete Braga (PT). Nos bastidores, a peemedebista é tida como possível parceira de chapa do petista. Para isso, migraria para o PSB, que hoje vive dilema sobre se apoia o PT ou filia o deputado estadual Atila Jacomussi (PCdoB).

Incomodada nos bastidores, publicamente Sandra buscou amenizar a situação. “Eu estou bem no PMDB e gosto do partido. Conversei com a Vanessa e com o Leonel (Damo, ex-prefeito e pai da parlamentar) e eles não demonstraram incômodo com nada”, ponderou Sandra, ao ressaltar, porém, que tem boa relação com os socialistas e que já recebeu convites do PTdoB e do PSDB.

O PMDB já assegurou que Vanessa voltará a disputar o Paço de Mauá. Nos bastidores, ventila-se que a parlamentar poderia desistir da corrida para se dedicar ao mandato na Assembleia Legislativa e às duas filhas (uma recém-nascida).

Para evitar debandada de aliados às vésperas da janela partidária (período para que vereadores troquem de partido sem correr o risco de perder o mandato), Vanessa chegou a reunir os peemedebistas para garantir que vai figurar as urnas em outubro. Além de Sandra, o partido conta com o vereador Jair da Farmácia, que também estaria procurando plano B caso a deputada decida não participar do pleito. 

Governistas voltam a derrubar vetos de Donisete

A base governista em Mauá voltou a derrubar vetos do prefeito Donisete Braga (PT) a projetos considerados inconstitucionais. Na sessão de ontem, os parlamentares reverteram a decisão do petista de barrar quatro propostas e avalizaram as medidas. 

Um dos projetos é de autoria do vereador Admir Jacomussi (PRP), pai do deputado estadual e pré-candidato oposicionista ao Paço Atila Jacomussi (PCdoB), que estipula prazo para a emissão de alvarás de construção e de habite-se às construções particulares. 

Embora da base de sustentação ao governo, parlamentares já haviam derrubado vetos de Donisete a projetos enquadrados como vício de iniciativa, ou seja, que geram custos ao erário – competência exclusiva do Executivo. Por conta disso, o prefeito anunciou que entrou na Justiça com Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) para tentar revogar as medidas vetadas que, posteriormente, foram promulgadas pela Câmara.

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