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Ainda dá tempo de viajar no Carnaval

Ari Paleta/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Apesar da queda de até 20% nas vendas dos pacotes de viagem, preços continuam em alta


Marina Teodoro
Especial para o Diário

30/01/2016 | 07:28


Quem deixou os planos de viajar no Carnaval para a última hora, devido à proximidade com o início do ano, não precisa se desesperar. De acordo com agências de turismo do Grande ABC, ainda dá tempo de se programar.

Apesar da diminuição nas vendas, ainda há opção para quem deseja aproveitar a Festa de Momo. “Percebemos queda de 20%, comparado ao feriado em 2015. O fato de o Carnaval cair no começo de fevereiro é sempre complicado, porque as pessoas ainda estão sem dinheiro, por conta dos gastos com Natal e Ano-Novo e das contas de início de ano. Além disso, a crise e a alta do dólar (na casa dos R$ 4), influenciaram bastante”, explica Roberta Shimabukuro, consultora de viagem da ABC Fly Viagens & Turismo, de Santo André.

Segundo ela, engana-se quem pensa que o câmbio não influencia as viagens nacionais. “Ao ver o seu dinheiro valorizado, o estrangeiro vem para o País, o que faz com que os hotéis e restaurantes continuem com preços altos, mesmo com a crise, já que, para eles, o importante é a casa cheia, mesmo que não seja de brasileiros.”

Os destinos mais procurados para esta época do ano são Salvador e Rio de Janeiro, e os valores para quatro noites ficam entre R$ 4.000 e R$ 5.000 por pessoa, incluindo hospedagem e passagens aéreas. Sem contar o desfile das escolas de samba e festas. “Para quem achar o preço salgado, os cruzeiros são boa opção, já que o valor costuma ser menor e a alimentação já está inclusa”, aconselha Roberta. Esse tipo de viagem pode custar cerca de R$ 3.000 por pessoa, por uma semana, com saída de Santos e passagem por Búzios, Cabo Frio e Salvador.

ALTERNATIVA - Devido às dificuldades econômicas, o aumento do endividamento e do desemprego, porém, nem as opções mais em conta de destinos típicos da Folia contemplam o bolso do brasileiro neste momento. A alternativa, então, é buscar por locais menos tradicionais e para os quais dá para ir de carro ou ônibus.

Foi o que observou Marcos Santiago, proprietário da ABC Equipetur, de São Bernardo. “Hoje trabalho com três opções próximas de São Paulo, que possibilitam valor bem abaixo do tradicional Carnaval de Salvador.”

As cidades de Muzambinho e Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, e Votuporanga, no interior de São Paulo, apresentam pacotes mais atrativos: R$ 1.300 a R$ 1.600, com direito a três festas incluídas, além de hospedagem e transporte rodoviário. Quem quiser economizar ainda mais, pode ir de carro, e excluir o valor do ônibus.

Mas o ideal mesmo, para quem quer aproveitar a Festa de Momo sem preocupação, é fazer como a nutricionista andreense Patricia Dearo, 23 anos, que depois de ter passado por complicações ao deixar para se programar na última hora, comprou a viagem para Outro Preto, em Minas Gerais, há seis meses. “Paguei R$ 800 na hospedagem e R$ 400 de passagem, parcelados em seis vezes. Hoje, o valor está R$ 600 mais caro.” 



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Ainda dá tempo de viajar no Carnaval

Apesar da queda de até 20% nas vendas dos pacotes de viagem, preços continuam em alta

Marina Teodoro
Especial para o Diário

30/01/2016 | 07:28


Quem deixou os planos de viajar no Carnaval para a última hora, devido à proximidade com o início do ano, não precisa se desesperar. De acordo com agências de turismo do Grande ABC, ainda dá tempo de se programar.

Apesar da diminuição nas vendas, ainda há opção para quem deseja aproveitar a Festa de Momo. “Percebemos queda de 20%, comparado ao feriado em 2015. O fato de o Carnaval cair no começo de fevereiro é sempre complicado, porque as pessoas ainda estão sem dinheiro, por conta dos gastos com Natal e Ano-Novo e das contas de início de ano. Além disso, a crise e a alta do dólar (na casa dos R$ 4), influenciaram bastante”, explica Roberta Shimabukuro, consultora de viagem da ABC Fly Viagens & Turismo, de Santo André.

Segundo ela, engana-se quem pensa que o câmbio não influencia as viagens nacionais. “Ao ver o seu dinheiro valorizado, o estrangeiro vem para o País, o que faz com que os hotéis e restaurantes continuem com preços altos, mesmo com a crise, já que, para eles, o importante é a casa cheia, mesmo que não seja de brasileiros.”

Os destinos mais procurados para esta época do ano são Salvador e Rio de Janeiro, e os valores para quatro noites ficam entre R$ 4.000 e R$ 5.000 por pessoa, incluindo hospedagem e passagens aéreas. Sem contar o desfile das escolas de samba e festas. “Para quem achar o preço salgado, os cruzeiros são boa opção, já que o valor costuma ser menor e a alimentação já está inclusa”, aconselha Roberta. Esse tipo de viagem pode custar cerca de R$ 3.000 por pessoa, por uma semana, com saída de Santos e passagem por Búzios, Cabo Frio e Salvador.

ALTERNATIVA - Devido às dificuldades econômicas, o aumento do endividamento e do desemprego, porém, nem as opções mais em conta de destinos típicos da Folia contemplam o bolso do brasileiro neste momento. A alternativa, então, é buscar por locais menos tradicionais e para os quais dá para ir de carro ou ônibus.

Foi o que observou Marcos Santiago, proprietário da ABC Equipetur, de São Bernardo. “Hoje trabalho com três opções próximas de São Paulo, que possibilitam valor bem abaixo do tradicional Carnaval de Salvador.”

As cidades de Muzambinho e Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, e Votuporanga, no interior de São Paulo, apresentam pacotes mais atrativos: R$ 1.300 a R$ 1.600, com direito a três festas incluídas, além de hospedagem e transporte rodoviário. Quem quiser economizar ainda mais, pode ir de carro, e excluir o valor do ônibus.

Mas o ideal mesmo, para quem quer aproveitar a Festa de Momo sem preocupação, é fazer como a nutricionista andreense Patricia Dearo, 23 anos, que depois de ter passado por complicações ao deixar para se programar na última hora, comprou a viagem para Outro Preto, em Minas Gerais, há seis meses. “Paguei R$ 800 na hospedagem e R$ 400 de passagem, parcelados em seis vezes. Hoje, o valor está R$ 600 mais caro.” 

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